1 de mai de 2015

Caema apresenta a empresários de construção civil projetos que vão ajudar a melhorar os seus serviços

Após reunião com um grupo de empresários da construção civil na manhã desta quinta-feira (30 de abril), o presidente da Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão (Caema), Davi Teles, anunciou três importantes frentes de obras que vão, segundo ele, melhorar substancialmente a oferta de água e captura de esgotos em São Luís: a ampliação da rede de esgotos, a construção de uma subestação elevada no Sistema Italuís e a substituição de boa parte da tubulação no Centro. O encontro foi solicitado pelos presidentes do Sindicato das Indústrias da Construção Civil (Sinduscon), Fábio Nahuz, e da Associação dos Dirigentes das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Osvaldino Pinho, que foram levar um pleito da categoria dos construtores com vistas a desburocratizar a emissão de cartas de licença para novos projetos de edificação. De acordo com Osvaldino, em vários pontos de São Luís as construções só podem ser feitas se as empresas criarem sistemas alternativos de água (poços artesianos) e esgoto (cisternas), ainda assim é complicado obter a licença.
De acordo com a reclamação dos empresários, os problemas são criados dentro da própria companhia, haja vista não haver entrosamento entre as diretorias de Operação e de Engenharia, distorção que o presidente prometeu corrigir, bem como acelerar as emissões das cartas, que poderão ser enviadas até por e-mail. O presidente do Sinduscon aproveitou a oportunidade para pleitear uma maior participação das empresas locais nas obras da estatal. Davi Teles disse que a Caema está seguindo a mesma orientação dada pelo governador Flávio Dino (PCdoB) aos demais órgãos do Estado, isto é, contratos com bases republicanas, sem favorecimentos a quem quer que seja, portanto as empresas devem se habilitar e disputar as licitações. Ele lembrou ainda que várias obras serão realizadas pela companhias nos municípios de mais baixo IDH, conforme compromisso assumido pelo governador.
De acordo com o presidente da Caema, as obras de esgoto, orçadas em R$ 360 milhões, fazem parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) I e II, e quando estiverem concluídas vão atender mais 70% da cidade. Para estas obras as empresas já foram selecionadas. Quanto à estação elevatória do Italuís, ele disse que ainda está em estudo, porém lembrou que trata-se de uma emergência para aumentar o fluxo de água captada no rio Itapecuru. De acordo com Davi Teles, desde que o Italuís foi inaugurado, ainda no governo de João Castelo, havia a recomendação para se criar essas estações, porém somente agora a providência está sendo tomada.
No que diz respeito à substituição de tubulações do Centro, lembrou que última troca de canos nessa área da cidade foi em 2003, ainda no governo de José Reinaldo Tavares, porém vários pontos ficaram ainda com canos de cerâmica, portanto há necessidade de substituição.


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