14 de jun de 2015

Veículos chineses da marca Geely vão pouco a pouco conquistando a simpatia dos consumidores maranhenses

Trazidos para o Maranhão no final de 2014, pela Auvepar, os veículos da marca Geely, pouco a pouco, vão conquistando a simpatia dos maranhenses, pois, segundo o empresário Carlos Gaspar, do primeiro lote, 50% foram comercializados facilmente, mesmo sem grandes apelos publicitários. Os negócios tendem a aumentar mais ainda a partir do final do ano, quando a marca ganhará sede própria, na Avenida dos Holandeses, cujo imóvel já está sendo adaptado pelo arquiteto César Cardoso para funcionar como revenda, onde haverá também melhor estrutura para os serviços de assistência técnica.

A marca conta com dois modelos, o EC7 e o GC2, mais conhecido como Pandinha, em homenagem ao urso Panda, que é o mais procurado. A inspiração se deu com a escolha do animal para um dos cinco mascotes dos Jogos Olímpicos de 2008 na China, o que contribuiu para a popularização do urso panda no mundo inteiro, daí os designers e engenheiros da Geely terem projetado o hatch compacto GC2 a partir da correlação visual com animal herbívoro que vive em seis regiões montanhosas daquele país.

Por essa semelhante, o GC2 desperta a atenção dos consumidores por seu design leve e muito atrativo. No Brasil, o desafio de conquistar o consumidor também passa pelo desenho do automóvel, além de sua relação custo-benefício que contempla um pacote completo – com ar condicionado, direção hidráulica e trio elétrico – ao preço de R$ 29,9 mil.

O Geely GC2 é o segundo modelo a ser montado em Montevidéu, Uruguai, e o segundo a ser comercializado no mercado brasileiro, depois do sedã EC7, lançado em janeiro deste ano. Os próximos passos da Geely Auto no Uruguai são o início de produção do GX2, hatch versão cross, no final deste ano, e do EC7 com transmissão automática em abril de 2015. Além disso, ambos os modelos podem receber motores flexfuel, já em processos de homologação.

Um comentário:

Carlos Polesello disse...

Sabe nada de carro. Nasceu morta. Se não nasceu morta a economia brasileira matou. Ainda tem mais de 1000 brasileiro que caíram nessa.