24 de ago de 2015

Para presidente do Sindcombustíveis, índice de bombas com irregularidades no Maranhão está na média nacional

De janeiro à primeira quinzena de agosto, o Instituto de Metrologia e Qualidade Industrial do Maranhão (Inmeq-MA), órgão delegado do Inmetro, reprovou 589 bombas medidoras de combustíveis líquidos no Maranhão. Deste total, 35 reprovações se referem à bomba baixa, quando o instrumento entrega menos combustível do que o comprado pelo consumidor, apresentando, portanto, erro de medição. Para o presidente do Sindicato dos Distribuidores de Combustíveis (Sindcombustíveis), Orlando Santos, o percentual de 0,7% de bomba baixa no estado está dentro da média nacional e afirma que "as fiscalizações realizadas pelos órgãos competentes para verificar se o segmento de combustíveis está atendendo às regras estabelecidas em leis são e serão sempre bem vistas".
De acordo com o Inmeq, o órgão já fiscalizou este ano 5 mil 197 bombas medidoras de combustíveis no estado. Em todo o país, as fiscalizações do Inmetro alcançaram um total de 278 mil instrumentos. "Em termos percentuais, o quantitativo de instrumentos reprovados no Maranhão equivale a 11,33%, sendo 0,76% referentes a erros de bomba baixa. A média nacional deste tipo de irregularidade é de 0,7%", afirma o  órgão. 
Além de bomba baixa, também foram encontradas irregularidades como vazamento e deformidades em mangueiras, vazamento nos bicos de descargas, instalação elétrica em mau estado de conservação, vazamento de óleo, plano de selagem incorreto, entre outros. “Temos equipes em campo que fiscalizam postos de combustíveis diariamente. O objetivo deste trabalho é detectar irregularidades e evitar fraudes contra o consumidor”, afirma o presidente do Inmeq-MA, Geraldo Carvalho Júnior.
Diante da declaração, Orlando Santos conclui: “O próprio Inmeq confirmou que este índice de 0,7% corresponde à média nacional. Ou seja, o Maranhão não apresenta nenhuma particularidade. Importante frisar ainda que, quanto mais fiscalização tiver, garantimos que só empresários corretos permaneçam atuando no setor, pois as multas são altas”.


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