8 de mai de 2016

Em apenas um ano de governo, Flávio Dino conseguiu acelerar até a produção de cupuaçu. Impressionante!

O fruto de cupuaçu nasce após sete ou oito anos do nascimento da planta
A ansiedade de alguns auxiliares de Flávio Dino (PCdoB), e dele próprio, de querer mostrar que tudo de bom que existe no Maranhão começou em janeiro de 2015, quando ele tomou posse no governo do estado, às vezes beira o ridículo. 

Ano passado, quando foi a Alcântara, sua assessoria de imprensa chegou a proclamar que aquela tinha sido a primeira vez que um governador maranhense visitava o Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), que existe há mais de três décadas, e por lá passaram Epitácio Cafeteira, João Alberto, Edison Lobão, Roseana Sarney e Jackson Lago. Outros casos são ditos diariamente, mas não vamos estender a história.

Nesta sexta-feira foi a vez do secretário estadual de Agricultura, Márcio Honaiser, que é um homem equilibrado nas suas posições, sair com uma informação impressionante sobre as conquistas obtidas pela sua pasta, na Ilha de São Luís, em apenas um ano do governo Flávio. Além de contar espigas de milho, estipular em milhares os molhos de vinagreira, coentro etc, produtos que são consumidos em São Luís desde quando o Brasil ainda era colônia de Portugal, o secretário chegou atribuir ao atual governo até a aceleração e o aumento na produção de cupuaçu e de manga, frutos, que nascem de sete a oito anos e no mínimo de três, respetivamente, após nascimento das plantas.

Técnicos da Sagrima conseguiram contar, uma a uma, as espigas de milho
Segundo texto distribuído pela Secretaria de Comunicação Social, "durante o evento, o secretário (Márcio Honaiser) apresentou os principais resultados já obtidos em menos de um ano de trabalho no Agropolo da Ilha, que serve como piloto para os demais a serem implantados no estado. As 40 URPs do agropolo produzem, atualmente, 150,6 toneladas de hortifrútis, como maxixe, quiabo, limão, macaxeira, cupuaçu, manga, maracujá, mamão, pepino e banana...", ou seja, não fosse a ação do governo Flávio estaria sendo impossível se consumir cupuaçu e manga na Ilha.

O mais impressionante, no entanto, foi o trabalho da equipe da Sagrima de contar, uma a uma, as espigas de milho produzidas nesse período, pois, segundo Márcio Honaiser, foram, exatas, 359.300 espigas de milho, sem falar nos "milhares de maços de coentro, vinagreira, alface, couve e cebolinha". É impressionante!

5 comentários:

Anônimo disse...

Estamos realmente perdidos.
Falta pouco para acabar com tudo isto.

Eduardo disse...

Ao Sr. Aquiles Emir,

Um grande desconhecedor de agricultura, um ridículo sensacionalista que desconhece das técnicas estatísticas aplicadas na agricultura. Criticar os técnicos da SAGRIMA é muito fácil, comprovar que cada técnico contou as espigas "um por um" é outra história.
Mas se esse senhor blogueiro soubesse que para cada pé de milho plantado, temos uma média de 2 espigas/planta e que a cada hectare temos uma média de 55 mil plantas/ha-¹ (EMBRAPA, 2010) e sendo assim, temos uma área plantada de somente 3 hectares, realidade vista na Comunidade da Vila da Mata no dia do lançamento do Biofertilizante na sexta passada. Ou agora o "Sr. Eng. Aquiles Emir" vai dizer (ou inventar!) que os técnicos da SAGRIMA não sabem calcular produção ou medir terreno?
Sobre os dados da fruticultura, em nenhum momento foi dito que no Governo do Flávio Dino foram executados plantios de manga e cupuaçu, são dados de colheita de unidades produtivas existentes. É de sã consciência que não tem condição de haver plantio para obter produção de culturas frutíferas em 1 ano, mesmo fazendo intervenções de enxertia ou alporquia em culturas de manga e cupuaçu, respectivamente.
O Maranhão irá receber esse ano o Congresso Nacional de Fruticultura e a politica de incentivo a hortifruticultura do Governo atual é válido pela conjuntura da agricultura do Estado que passou por inércia de anos. Estudos, ações, eventos juntos aos agricultores são motivacionais e os resultados são vistos por todos, só um blog sensacionalista e tendenciosa não enxerga.
Vida longa a agricultura maranhense!

Elainy disse...

Prezado Senhor Aquiles,

Como agrônoma e técnica que sou, sinto-me feliz em ver o Estado preocupado com uma política voltada para o setor agrícola. Conheçi esse projeto do agropolo e sei que nele são contempladas unidades de referências produtivas. Essas unidades são áreas já estabelecidas e com produções já existentes. Os dados passados pela comunicação da SAGRIMA (inclusive no evento de lançamento de um fertilizante natural, o qual o senhor sequer comentou) foram as produções obtidas nessas unidades no último ano, por isso o fato do secretário da pasta ter comentado das culturas de cupuaçu e manga. Pelo que vi também nesse projeto, o objetivo é aumentar essas produções e eliminar a entrada e hortifrutis de outros estados, gerando renda para o produtor maranhense. Quanto ao milho, o colega acima foi bem feliz em sua colocação, inclusive fazendo referência à Empresa brasileira com maior expertise para isso, a Embrapa.
O que me deixa profundamente triste é ver alguém que me parece ser instruído, não se informar antes de escrever uma matéria como essa. Nesse caso, convido-o a fazer como eu: buscar informações e assim falar com conhecimento de causa!
Esse é realmente o problema desses blogs tendenciosos que buscam apenas mídia, mas nenhum compromisso com o que se publica, já que se informar dá trabalho.

E corroborando com o colega acima:
Vida longa à agricultura maranhense!

Rejane disse...

Senhor Aqulies
Lamento a escassez de informações e conhecimento técnico em sua matéria. Como Agrônoma percebo a importância das ações que a SAGRIMA vem desenvolvendo, especialmente os resultados que esta secretaria vem atingindo. Neste contexto, destaco o trabalho das 40 Unidades de Referência de Produção (URP’s) nos AGROPOLOS da ilha, nestas a assistência técnica promovida pela SAGRIMA, vem incentivado o aumento da produtividade das culturas hortícolas e frutícolas, ao mesmo tempo, impulsionando a qualidade destes produtos, por meio da utilização de biofertilizantes. Estes são resíduos líquidos obtidos da fermentação anaeróbia de estercos e vegetais em biodigestor, um fertilizante vivo, pleno de microrganismos benéficos às plantas, totalmente orgânico. Possui praticamente todos os macro e micronutrientes que as plantas necessitam. Não poluem e não oferecem risco para a saúde. Podem ser usados na adubação in-natura, na adubação foliar, depois de filtrado e misturado com água; e como defensivo fitossanitário. Contém uma complexa composição de nutrientes essenciais às plantas principalmente nitrogênio e fósforo, uma vez que sua aplicação favorece a multiplicação de micro-organismos, proporcionando saúde e vida ao solo, pois promove o aumento da quantidade de matéria orgânica no solo e melhora a sua textura e estrutura, além disso, ajuda o solo a reter umidade. Isto sim merece destaque. Tendo em vista à preocupação da sociedade com as questões ambientais e a eminente necessidade de se buscar sistemas produtivos sustentáveis. Desta forma, a iniciativa da SAGRIMA no uso de biofertlizantes se configura em uma ação da mais alta relevância tanto para a proteção e uso adequado dos solos, tanto quanto para o fornecimento de produtos de qualidade, onde praticamente não são empregados fertilizantes químicos em seu processo produtivo, fato de extrema importância para o consumidor.

Anônimo disse...

Parabéns aos técnicos da Sagrima. Porém acho que falta a esta secretaria a grandeza que nosso Estado merece e tanto precisa.
Minha opinião.