7 de jun de 2016

Seguro rural deixa de ser obrigatório para contratação de empréstimos por produtores agropecuaristas

GIRO ECONÔMICO

O poder público não poderá estabelecer nenhuma regra que obrigue o produtor a contratar o seguro rural para ter acesso ao crédito de custeio agropecuário. A medida faz parte da lei 13.195 publicada semana passada no Diário Oficial da União. A instituição financeira que exigir a contratação de apólice de seguro rural como garantia para a concessão de crédito rural fica obrigada a oferecer ao financiado a escolha entre, no mínimo, duas apólices de diferentes seguradoras. Pelo menos uma delas não poderá ser de empresa controlada, coligada ou pertencente ao mesmo conglomerado econômico-financeiro da credora. 

O intuito é coibir a chamada “venda casada” pelos bancos. Segundo a lei, o agricultor pode escolher a apólice de mercado que lhe convier. “Caso o mutuário não deseje contratar uma das apólices oferecidas pela instituição financeira, esta ficará obrigada a aceitar aquela que o mutuário tenha contratado com outra seguradora habilitada a operar com o seguro rural”, diz o texto.

O produtor interessado poderá pesquisar sobre a subvenção econômica ao prêmio do seguro rural no portal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento:http://www.agricultura.gov.br/politica-agricola/seguro-rural

Comunicadores - Diversos comunicadores – jornalistas e radialistas – estão pleiteando cargo de vereador para continuarem seus trabalhos em favor da comunidade. Vale destacar, porém, a experiência de Chico Viana: quando apresentava um programa na TV São Luís, sempre que ligava para uma autoridade para pedir esclarecimentos sobre as reclamações que recebia das comunidades, era prontamente atendido. Depois que chegou à Câmara, nunca mais foi atendido por secretários e membros do segundo escalão da Prefeitura.

Transporte - A expectativa no setor de transporte é quanto à possível paralisação dos motoristas que trabalham no transporte intermunicipal e interestadual. Eles reivindicam um reajuste salarial de 15% e na assembleia realizada semana passada foi rejeitada a contraposta dos patrões, que oferecem 7,5%. Segundo o presidente do Sindicato dos Rodoviários, Isaias Castelo Branco, os trabalhos podem ser suspensos a partir das primeiras horas desta terça-feira, o que vai prejudicar quem se utiliza desse meio de transporte.

Educadora - Uma das justificativas para a Rádio Educadora continuar fora do ar seria a necessidade de uma recuperação dos transmissores da emissora, mas os reparos já demoram mais de três semanas. Já a Rádio Capital, fora do ar desde abril, os problemas são de ordem trabalhista.


O ex-juiz Marlon Reis (D) acompanhou a ex-senadora Marina Silva (Rede) a quem presta assessoria jurídica na visita a São Luís, sexta-feira passada, quando ela manifestou apoio à candidatura de Eliziane Gama a prefeita de São Luís



Casamento - O grande acontecimento social da semana é o casamento do empresário e secretário-adjunto municipal de Turismo, Guilherme Marques, com a jornalista Josi. O evento está marcado para o cair da tarde deste sábado e a cerimônia será no Rio Poty Hotel, na praia de Ponta d´Areia, no mesmo local em que o casal recepcionará os convidados, e depois eles embarcam para a lua de mel no Chile, um dos destinos mais procurados nessa época do ano devido ao início da temporada de esqui na Cordilheira dos Andes.

Expoema - Para o zootecnista Afrânio Gazolla, professor da Universidade Estadual do Maranhão, o cancelamento da Exposição Agropecuária do Maranhão (Expoema) trará prejuízos não apenas aos agropecuaristas e outros expositores, mas à comunidade acadêmica também, pois universitários e estudantes de ensino técnico faziam experimentos, no evento, para aprofundar conhecimentos obtidos em sala de aula. A Expoema foi suspensa por falta de espaço, pois o Governo pediu a devolução do Parque Independência.

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