21 de jul de 2016

Programas de Cultura Exportadora e Brasil Mais Produtivo serão lançados nesta sexta-feira na Federação das Indústrias

O ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Pereira, lança nesta sexta-feira (22/07), em São Luís - MA, o Plano Nacional da Cultura Exportadora (PNCE) e o Programa Brasil Mais Produtivo. O lançamento será realizado na Federação das Indústrias do Estado do Maranhão (Fiema). A ação é o braço regional do Plano Nacional de Exportações, que tem o objetivo de aumentar o número de empresas que operam no comércio exterior e, consequentemente, aumentar as exportações de produtos e serviços do Estado.

O MDIC mapeou mais de duas mil empresas maranhenses de diversos setores econômicos, como produtos alimentícios, minerais, vestuário, entre outros, que poderão se beneficiar das ações do plano. As empresas participantes contarão com ferramentas de treinamento, capacitação, consultoria para adequação de produtos e identificação de mercados. O PNCE é desenvolvido em cinco etapas – sensibilização, inteligência comercial, adequação de produtos e processos, promoção comercial e comercialização. Além disso, conta ainda com três temas transversais para o direcionamento das empresas: financiamento, qualificação e gestão.

No Maranhão, o programa conta com o apoio de parceiros nacionais e estaduais, como a Federação das Indústrias do Estado do Maranhão (Fiema), Secretaria de Indústria e Comércio (Seinc); Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-MA); Associação Comercial do Maranhão (ACM); Banco do Brasil, entre outros.

O programa é uma ação focada na melhoria do processo produtivo das empresas brasileiras e tem como objetivo aumentar em pelo menos 20% a produtividade das empresas participantes. O Brasil Mais Produtivo vai atender, em todo o país, três mil pequenas e médias indústrias brasileiras dos setores de alimentos e bebidas, vestuário e calçados, metalomecânico e moveleiro. No Maranhão, vai atender empresas do setor moveleiro. O objetivo é realizar consultorias com empresas do Arranjo Produtivo Local (APL) “Móveis de São Luís” e da microrregião de Imperatriz.

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