6 de jan de 2017

Produção Industrial Brasileira chegou a novembro com queda de 7,1% nos onze meses de 2016, segundo o IBGE

GIRO ECONÔMICO

A Produção Industrial Brasileira chegou a novembro com queda de 7,1% nos onze meses de 2016, segundo Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física Brasil (PIM-PF), divulgada nesta quinta-feira (05) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mas na comparação do mês com novembro do ano passado a produção industrial nacional cresceu 0,2% em relação a outubro, mês em que a indústria também fechou em queda 1,2%. 

No confronto com igual mês do ano anterior (2015), série sem ajuste sazonal, o total da indústria apontou queda de 1,1% em novembro de 2016, neste caso a 33ª taxa negativa consecutiva nesse tipo de comparação, mas a menos intensa desde o resultado de março de 2014: -0,4%. O acumulado também reduziu o ritmo de queda ao fechar com recuo de 7,5%, contra os menos 8,4% relativos a outubro.

Os dados do IBGE indicam que a indústria, no indicador acumulado para os onze meses imediatamente anterior, vem reduzindo o ritmo de queda desde julho do ano passado, quando a taxa fechou com queda acumulada de 9,5%, resultado 0,2 ponto percentual inferior aos -9,7% de junho. 

Trigo - O Banco do Brasil disponibilizou R$ 750 milhões para financiar aquisição e estocagem de trigo a fim de atender produtores rurais, cooperativas e agroindústrias que beneficiam ou industrializam o produto. A medida contribui para o escoamento da safra, permitindo aos produtores rurais melhores condições para o planejamento da venda da produção e apoiando o processo de compra pelas agroindústrias, com reflexos positivos no preço de mercado e nos estoques. Os recursos estarão disponíveis até o final do Plano Safra.

Cursos - O Instituto Euvaldo Lodi (IEL) abriu inscrições para 16 cursos de capacitação empresarial que serão realizados entre os meses de janeiro e março deste ano, com um total de 24 programados até o final do semestre para São Luís e Imperatriz. A educação para executivos faz parte da estratégia do Sistema Federação das Indústrias, ao qual é filiado, para dar suporte ao desenvolvimento da indústria pela capacitação de empresários, gestores e colaboradores com objetivo de aumentar a competitividade.

Expediente - O novo presidente da Associação Comercial do Maranhão, Felipe Mussalém, já estabeleceu que dará apenas um expediente semanal na Casa, às quartas-feiras, pela manhã e à tarde, entrando pela noite quando se realizam as sessões plenárias.










De volta à atividade parlamentar (agora como vereador de São Luís), o empresário e ex-deputado Afonso Manoel comemorando sua diplomação com a esposa, Helena Duailibe, secretária municipal de Saúde

Emoção - O discurso de despedida da ex-presidente Luzia Rezende, que quarta-feira (04) deixou a presidência da Associação Comercial do Maranhão, foi marcado pela emoção. Ela foi literalmente às lágrimas quando fez um balanço dos quatro anos de sua gestão à frente da entidade. A empresária diz que a experiência foi de grande proveito para ela, tanto no que diz respeito à valorização do associativismo quanto do empreendedorismo, pois na convivência com os sócios da ACM e de outras entidades aprendeu muito.

Confusão - No seu discurso de posse, o novo presidente da Associação Comercial, Felipe Mussalém, disse que “confusão é como melancia, quanto maior melhor”, ou seja, vai enfrentar com satisfação os desafios que tem pela frente como dirigente da secular entidade. Mussalém destacou que, além de sua experiência como dirigente empresarial, está convencido de que fez as melhores escolhas para composição da diretoria da ACM, portanto sabe que pode contar com os companheiros para atingir seus objetivos.

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