5 de mai de 2017

Caema poderia ser também multada em R$ 400 mil pelo Procon por fornecer água de baixa qualidade à população

A Companhia de Saneamento Ambiental (Caema) corre o risco de receber uma multa superior a R$ 400 mil por fornecer água impura para seus consumidores, caso o Instituto de Defesa e Proteção do Consumidor (Procon) decida aplicar a ela a mesma punição imposto recentemente à Odebrecht Ambiental, recentemente vendida a uma empresa canadense.

De acordo com reclamação de um morador de Santa Quitéria, a água fornecida pela estatal na cidade é tão impura que mais parece suco de tamarindo, como pode ser ser atestado na foto ao lado. O pior, segundo esse morador, é encontrar solução para o problema em sua cidade, pois no posto de atendimento da companhia "ninguém resolve nada", e as reclamações têm que ser levadas a Chapadinha, que fica cerca de 70 quilômetros distante de Santa Quitéria.

Vale lembrar que no início deste ano, atendendo reclamação de moradores da comunidade Pirâmide, no município de Paço do Lumiar, o Procon aplicou à Odebrecht uma multa de R$ 443 mil, porque a água fornecida pela empresa era de baixa qualidade. O mesmo procedimento, certamente, vai ser adotado para que a população de Santa Quitéria também tenha água de qualidade na torneira e a Caema passe a ser sujeita às mesmas penalidades impostas a empresas privadas.

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