25 de jun de 2017

A Maranhão Hoje, jornalista e advogado Sebastião Jorge confessa que sempre alimentou o sonho de ser imortal

Ainda moço, aluno do Liceu Maranhense, o advogado e jornalista Sebastião Barros Jorge já alimentava o sonho de ser integrante da Academia Maranhense de Letras, mas nunca se insinuou para integrar o quadro da imortalidade maranhense. Agora em 2017, depois de ultrapassada a barreira dos 70 anos, recebeu o convite para se candidatar, aceitou e mereceu a confiança dos intelectuais para ocupar a cadeira de número 10, que tem o ex-presidente Jomar Moraes como último ocupante; Astolfo Serra como fundador e Henriques Leal como patrono, todos militantes, como o novo acadêmico, da imprensa, o que valoriza ainda mais a posse, ocorrida dia 1º de junho passado.

Natural de São Bento, na Baixada Maranhense, Sebastião Jorge, como muitos adolescentes e jovens de sua época, veio para São Luís a fim de dar continuidade aos estudos. Foi ainda no Liceu Maranhense, onde concluiu o Científico (ensino médio atual), que definiu qual seria sua profissão: Jornalismo. Nem por isto deixou de buscar a graduação em Direito e exercer também a advocacia, muito embora prefira ser identificado como jornalista.

Sebastião também é ex-professor de Jornalismo da Universidade Federal do Maranhão e nesta entrevista a Maranhão Hoje analisa também os avanços na Comunicação Social, e lamenta que a velocidade na modernização tecnológica tenha sido tão rápida que sufocou o jornalismo impresso.

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