28 de jun de 2017

Taxação do combustível importado é debatida por Zé Reinaldo com empresários do setor sucroalcooleiro

Para debater a celeridade da taxação da importação de combustível e fortalecer as ações do RenovaBio foi realizada nesta quarta-feira (28), em Brasília, reunião da Frente Parlamentar pela Valorização do Setor Sucroenergético. O Renovabio - Eficiência energética e descarbonização é uma nova política de expansão dos biocombustíveis, que contribuirá para o cumprimento das metas ambientais brasileiras. Uma das diretrizes é a taxação do combustível importado. Apenas nesse primeiro trimestre o país importou 403% a mais de etanol que no mesmo período de 2016, apesar da produção nacional ser capaz de abastecer o mercado interno.

O deputado federal José Reinaldo Tavares (PSB), que participou da reunião, explicou que a importação cria grandes problemas no setor, inclusive no Maranhão, e isso torna inviável a produção de álcool por conta dos altos impostos brasileiros.

"Dessa forma, o álcool que vem dos Estados Unidos acaba tendo preço muito mais baixo e ninguém entende o motivo. Esse setor emprega muita gente e é muito importante para a viabilidade econômica do Nordeste", explicou ele.

Ainda segundo Zé Reinaldo, há um espaço gigantesco para a produção de álcool no Brasil, um combustível limpo que emprega muita gente. "Estamos empenhados em ajudar o setor para que funcione e ajude a criar muitos empregos, disse.

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