26 de jul de 2017

Com salários atrasados há dois meses, jogadores do Moto se recusam a treinar e presidente já fala em dispensas

Não bastasse o mau resultado dentro de campo, quando no domingo foi derrotado pelo Salgueiro, em casa por 2 a 0, o que complicou sua situação na Série C do Campeonato Brasileiro, o Moto enfrenta outro problema, e este mais sério: a rebelião dos jogadores, que nesta quarta-feira (26) se recusaram a treinar num protesto pelos mais de dois meses de salários atrasados.

O presidente do clube, Célio Sérgio, apesar de compreender o momento difícil por que passam os atletas, não escondeu sua irritação com a paralisação e já fala em enxugar o elenco. Segundo ele, deverá haver uma avaliação para saber quem pode sair para que haja uma diminuição nas despesas.

De acordo com Célio Sérgio, o Moto enfrenta dificuldades financeiras porque o Governo do Estado demorou a liberar as certidões para que pudesse captar patrocínio pela Lei de Incentivo à Cultura e ao Esporte, o que saiu somente na semana passada e ainda assim bem menos (R$ 250 mil) do que foi pleiteado (R$ 600 mil). Ele diz que várias empresas vinham manifestando interesse de associar sua marca ao clube, mas o governo não autorizava.

Ainda de acordo com o presidente motense, foi cumprido o acordado antes do jogo com o Salgueiro, de que o dinheiro da renda seria dividido igualmente entre os jogadores. Segundo informações extra oficiais, cada um recebeu R$ 500,00.
(Com imagem do site do Moto)

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