5 de ago de 2017

Disputa pela presidência da OAB não motiva advogados com importante participação em eleições passadas

Faltando mais de um ano para a eleição na seccional maranhense da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-MA), muitos dos advogados que sempre militaram na entidade não demonstram o menor interesse de participar da disputa. A advogada Valéria Lauande, derrotada na eleição passada, disse, quinta-feira (03), que não foi procurada, nem sondada para ser candidata ou pelo menos eleitora, tampouco tem interesse de ter alguma participação na disputa pela sucessão de Thiago Diaz, pois seu foco neste momento é concluir um curso de doutorado que está fazendo em Portugal.

Outro que diz estar completamente alheio é Isaac Dias Filho, que já foi candidato a presidente, porém não sente motivação sequer para compor chapa. A mesma opinião foi manifestada por Caldas Góis Júnior, que foi candidato a conselheiro federal, mas não pretende entrar na disputa. "Há momentos em que você precisa descomplicar as coisas para ter melhor qualidade de vida", disse ele, acrescentando que prefere se concentrar neste momento num curso de pós-graduação, isto é, quer aprofundar os conhecimentos para melhor exercer a advocacia.

Apesar do distanciamento de muitos, sabe-se que pelo menos dez advogados ensaiam suas candidaturas, mas, como de tradição, acabam prevalecendo três no máximo, pois os demais desistem por conta de acordos. Dentre os que podem disputar a presidência, além do atual, estão Mozart Baldez (presidente do Sindicato dos Advogados), Charles Dias (conselheiro federal) e Aldenor Rebouças Filho. O ex-presidente Mário Macieira, que seria outro candidato com potencial, mantém o silêncio.

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