13 de ago de 2017

João Bentivi diz que quando as letras P e T se unem para formarem a sigla PT surge tudo que não presta na política

Em artigo publicado em seu blog, o médico, advogado e jornalista João Bentivi, faz duras críticas ao Partido dos Trabalhadores (PT), a quem responsabiliza por boa parte da crise política enfrentada pelo Brasil. Segundo ele, quando as duas P e T se unem simbolizam tudo de ruim. "Essas duas letras, separadas, são normais, mas ao se juntarem fazem a festa de tudo que não presta: PT".

Eis a íntegra do artigo:

São frases feitas, costumeiras, mas que o dia a dia, o senso comum as justifica. “O poço não tem fundo”, “quando se pensa que chegamos ao fundo do poço, se abre um alçapão”, “tudo que está ruim pode piorar…”

Essas frases expressam, praticamente, maldições e é exatamente isso que penso, toda vez que passa em minha mente, duas letrinhas do alfabeto, que já serviram para tantas palavras lindas, tantas frases de amor, quantos cânticos de fé e penitência, mas que, há muito, expressam maldade, corrupção, sacanagem, crime, desmando, irresponsabilidade, traição à pátria, ódio a fé, posturas antibíblicas, bandeiras ateosatânicas, incompetência, burrice, hipocrisia, etc.

Essas duas letras, separadas, são normais, mas ao se juntarem fazem a festa de tudo que não presta: PT. Pode botar seus satélites. Tudo igual, tudo como dantes, no quartel d'Abrantes.

São bandidos nas ideias e nem estou falando nos bandidos penalmente comprovados, apenados, com especial atenção a toda cúpula petista, cujas penas somadas, ultrapassam a centenas de anos de xilindró. Cada ideia petista carrega uma malandragem. Já falei disso em outras oportunidades. Exemplos não faltam.

Contra a reforma trabalhista? Qualquer pessoa, com dois neurônios funcionantes, sabe que essa CLT dos anos 40 é um monstro. Contra a reforma da previdência? Qualquer pessoa, com dois neurônios funcionantes, sabe que essa previdência, nos moldes atuais, está falida e levará o estado brasileiro à falência e é mais um monstro. Foram contra a reforma da educação e todos sabíamos que a escola brasileira necessitava de uma reforma. Foi feita e está sendo praticada, com êxito. Poderia dar dezenas de exemplos de teses furadas, imbecilizadas desse esquerdopatas, agora, por mim chamados de badernopatas (esse neologismo é meu!)

As posturas desses vagabundos merece um capítulo especial. Volta-se ao passado e, no dia que for apurado o assassinato de prefeito Celso Daniel, joga-se a pá de cal definitiva do no PT. Volta-se ao presente e a presidenta do PT, a tal Gleise Hoffman, está denunciada e, pelo andar da carruagem, terá domicílio, em pouco tempo, na Papuda.

Tudo deprimente, mas podia piorar. E piora. O comportamento desses badernopatas no parlamento é, de fato, deplorável e injustificável. No impeachment da Dylma, o show deles foi visto mundo afora. Estão piorando.

Há pouco, aquelas senhoras que se dizem senadoras, usurparam a mesa do senado, fizeram piquenique, sujaram a mesa da presidência, obstacularam os trabalhos, entre tantos outros desatinos. Quem era o líder mental dessa sacanagem? Ele, sim, ele, o desfaçatado Lindbergh.

A tática eu já discorri nesse blog: transformar qualquer reação pela lei e pela ordem, em uma agressão às mulheres. Um parlamentar, antes da qualidade determinada nas partes pudendas ou antes, de suas opções de gênero, é, primeiramente, um parlamentar. A minha atividade como médico vem muito na frente da minha postura de ser hetero (me orgulho disso). O Eunício de Oliveira não caiu na armadilha. Elas desejavam ser agredidas. Não o foram.

Agora foi o episódio da reunião da Comissão de Ética do Senado. A postura das tais senadoras deveria ser analisada, ainda que fosse arquivada e, de fato, seria. Tenho certeza. O problema é que não foi possível nem iniciar a discussão. Um só sujeito, de maneira ditatorial, burra, imbecil mal educada, agrediu a todos e quase agredia ao senador maranhense João Alberto. A interferência doutros impediu esse ato trágico.

Caso a atitude desse badernopata Lindenberg fosse um ato determinado pela emotividade, já seria deprimente. Não o foi. Foi uma atitude determinada pelo mau caratismo petista. Pelo desespero de um partido sem futuro, já que esse partido não tem mais nem passado e nem presente.

Ninguém sabe quais regras determinarão a eleição do próximo ano, mas espero que, com qualquer regra, o PT e outros nautas de mesma estirpe sejam varridos do espectro político da nação.
(João Melo e Sousa Bentivi)

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