9 de out de 2017

Flávio Dino diz que ao assumir o governo em 2015, recebeu uma casa sem portas, sem janelas e sem telhas

Ao participar na manhã desta segunda-feira (09) de uma entrevista ao programa "Bom Dia, São Luís", ancorado pelo radialista Rogério Silva na Rádio São Luís AM, o governador Flávio Dino (PCdoB) disse que ao assumir o Governo do Estado recebeu uma casa sem portas, sem janelas e sem telhas e que cabe a ele reformá-la para que tenha condições de ser habitada. "Eu sou filho de Deus, acredito em Deus, mas não sei fazer milagres", disse ele ao justificar o porquê de não feito mais pelo Maranhão.

Na mesma entrevista, ao justificar seu apoio ao ex-presidente Lula e ao Partido dos Trabalhadores (PT), o governador disse que Lula tem seus defeitos, assim como todos os ex-presidentes, mas as pesquisas de opinião pública mostram que ele é o preferido para a eleição de 2018 e reconhecido como aquele que fez mais pelos pobres. A mesma opinião ele tem sobre o PT, um partido que desde 1980 tem marcado sua posição em defesa da classe dos trabalhadores.

Quando indagado por um ouvinte sobre o ritmo de suas realizações, Flávio Dino respondeu de forma dramática:

"Imagina você comprar uma casa e recebê-la sem portas, sem janelas, sem telhas... Era assim o Maranhão que eu recebi, resultado de décadas de abandono", frisou ele, dizendo que o que se pode fazer é ir consertando, arrumando para se transformar num lugar seguro de morar.

Como generalizou as décadas de abandono, o governador deu a entender que de José Sarney a Roseana Sarney, passando por Antônio Dino, Pedro Neiva de Santana, Nunes Freire, João Castelo, Ivar Saldanha, Luiz Rocha, Epitácio Cafeteira, João Alberto, Edison Lobão, José Reinaldo Tavares e Jackson Lago, nada foi feito pelo estado, nem porto, nem aeroporto, nem estradas, nem estádios, nem escolas, nem hospitais, nem teatros, ou seja, havia apenas um vazio e tudo passou a surgir depois de 1º de janeiro de 2015, quando ele chegou ao Palácio dos Leões.

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