29 de nov de 2017

Roberto Rocha tenta, sem sucesso, obter confissão de Joesley Batista sobre doação da JBS para Flávio Dino

O senador Roberto Rocha (PSDB), mais uma vez, tentou sem sucesso obter confissão de um dirigente da JBS sobre as doações eleitorais feitas em 2014 ao PCdoB, partido do governador Flávio Dino, no Maranhão, onde a empresa não tem atuação. Primeiro foi com Ricardo Saud e a pergunta desta vez foi para o presidente do Grupo J&F, Joesley Batista, que consumiu mais de R$ 60 mil dos cofres públicos numa viagem de São Paulo a Brasília para depor na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga as relações da JBS com o BNDES, mas para cada pergunta ele tinha apenas uma resposta: "Prefiro manter o silêncio".

Além da doação ao PCdoB, Roberto Rocha quis saber para quem o advogado de Willir Tomaz, contratado pela J&F trabalha no Maranhão, pois quando foi preso estava em São Luís, onde, suspeita-se, iria fechar uma das maiores transações no setor de Rádio e Televisão.

O senador foi mais além na suas especulações, pois quis saber se as doações da JBS ao Partido Comunista do Brasil eram para agradar ao governador Flávio Dino ou o irmão deste, procurador Nicolao Dino, que era o braço direito do ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que fechou o acordo de delação premiada com Joesley e seus sócios, mas a resposta foi "prefiro manter o silêncio".

Um comentário:

ANÔNIMO disse...

Esse Senador Traíra é um inútil , tenta usar a tal CPI como arma de guerra eleitoral.