3 de nov de 2017

"Roseana me tratava com civilidade e Flávio Dino depois de eleito me virou as costas", diz Sebastião Madeira


Na entrevista concedida a Roberto Fernandes, no programa Ponto Final da Mirante AM, nesta sexta-feira (03), o ex-prefeito de Imperatriz Sebastião Madeira (PSDB) disse que, mesmo sendo adversário político de Roseana Sarney (PMDB) foi tratado com civilidade e de forma republicana pela ex-governadora, enquanto Flávio Dino (PCdoB), que ele apoiou na campanha de 2014, depois de eleito virou as costas e não atendia os pleitos que fazia para o seu município. "Sequer minhas ligações atendia ou respondia as mensagens que lhe mandava". Leia reportagem em Maranhão Hoje.

Segundo Sebastião Madeira, tão logo Jackson Lago foi cassado e Roseana assumiu, ele foi ao Palácio dos Leões e disse a ela que não gostaria de nver Imperatriz penalizada por conta de suas posições políticas. "A senhora não precisa fazer nada, basta não atrapalhar", teria dito, ao que ela respondeu que jamais teria uma posição contrária ao povo de Imperatriz e ratificou todos os convênios firmados com Jackson Lago.

Quando Roseana lançou Luis Fernando para seu sucessor, decidiu apoiá-lo, até pela afinidade que tinha com o candidato, porém depois que este desistiu e foi apresentado Lobão Filho (PMDB) como candidato substituto, Madeira disse que voltou ao Palácio dos Leões para comunicar à ex-governadora que este ele não apoiaria. "Posso apoiar qualquer outro nome, menos esse".

Resultado de imagem para madeira e flavio dinoApesar da declaração e mesmo sabendo que iria apoiar seu adversário, Roseana firmou convênios no valor de R$ 17 milhões para Imperatriz, e Flávio Dino quando soube disso o chamou e disse que multiplicaria por três o valor do convênio, porém o único dinheiro que liberou foi no valor de R$ 3 milhões quando a Saúde do município estava à beira do caos. "Enquanto ele maltratava Imperatriz, liberava R$ 27 milhões para Caxias", denunciou.

Madeira reclamou ainda dos filiados do PSDB que insistem em manter aliança com o PCdoB deveriam mudar de partido, procurar um que vai apoiar Flávio Dino e Lula e deixar o PSDB seguir seu caminho com um candidato a presidente, que deve ser Geraldo Alckmin, e a governador, provavelmente o senador Roberto Rocha.

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