20 de nov de 2017

Segóvia tem "carta branca" de Temer para enfrentar corrupção sem posicionamento político-partidário

O novo diretor-geral da Polícia Federal (PF), Fernando Segóvia, que foi empossado nesta segunda-feira (20), defendeu a prerrogativa da corporação de fechar acordos de delações premiadas. O assunto é motivo de divergências entre o Ministério Público Federal (MPF) e a Polícia Federal.

Para os procuradores, a lei que dá essa atribuição aos policiais é inconstitucional e deve ser uma função exclusiva do MPF. Uma ação direta de constitucionalidade tramita no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o assunto.

“Já está na lei que a PF tenha a atribuição de fazer as delações premiadas, o que nada mais é que um meio de investigação. Como ferramenta de investigação, ela tem que fazer parte da atuação da PF e nós não vamos desistir dessa atribuição”, disse Segóvia, ao conceder entrevista à imprensa após assumir o cargo.

Fernando Segóvia disse ainda que recebeu carta branca do presidente da República, Michel Temer, para desempenhar sua nova missão e disse que atuará de forma “republicana”, sem posicionamento político-partidário. Leia reportagem completa em Maranhão Hoje.

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