15 de jan de 2018

Estratégia de Alckmin para formar ampla aliança pode fazer estragos nas candidaturas de Flávio Dino e Roseana

Caso consiga juntar todas as legendas pretendidas para fortalecer sua candidatura a presidente da República, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), pode fazer estragos nas coligações do governador Flávio Dino (PCdoB) e da ex-governadora Roseana Sarney (MDB) e favorecer o seu correligionário no estado, Roberto Rocha.

Nos últimos dias, Alckmin avançou nos entendimentos com dirigentes nacionais de pelo menos cinco legendas que governador maranhense tem na sua conta com possíveis aliados. São eles: o DEM, de Juscelino Filho; o PP, de André Fufuca; o PTB, de Pedro Fernandes; o PPS, de Eliziane Gama; e o Solidariedade, de Simplício Araújo. 

Já o PSD, de Cláudio Trinchão, está negociando com Roseana, porém o seu presidente nacional, Gilberto Kassab, que é ministro das Comunicações, já sinalizou que vai apoiar o tucano.

Ainda não se está garantido se todos esses partidos vão fechar questão para uma coligação verticalizada, isto é, se o acordo nacional terá de ser cumprido em todos os estados, já que o candidato do PSDB pretende ter palanques próprios (e robustos) em todas as unidades da Federação, mas isto será decidido somente entre março e maio, mas o senador Roberto Rocha acredita que esta será será a regra e dá como certas as adesões nesses moldes de pelo menos  o PTB, o PPS e o DEM, além do PSB.


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