16 de jan de 2018

Para maioria dos brasileiros, o próximo governo deve dar continuidade às reformas trabalhista e previdenciária, segundo pesquisa da Confederação dos Dirigentes Lojistas

Todos os dias, o dia todo, milhares de internautas ocupam as redes sociais para gritar "Fora, Temer", por não concordarem com as reformas que estão sendo implementadas no Brasil por orientação do presidente Michel Temer (MDB). Os que fazem esse tipo de protesto imaginam estar falando pela maioria do povo brasileiro, mas para decepção deles a pesquisa divulgada pela Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL) mostra que a maioria dos brasileiros não está preocupada com mudanças nas regras trabalhistas nem previdenciárias e que o próximo governo deve dar continuidade a essas mudanças. Leia reportagem completa em Maranhão Hoje.

De acordo com a pesquisa, a maioria opina que a prioridade para o novo governo deve ser o combate à corrupção. Saiba o que disseram os entrevistados:

Sobre  a reforma trabalhista:
  • 47% a consideram pouco ou nada importante 
  • 46% acham importante ou muito importante;
  • 58% acreditam que o próximo presidente deve continuar com a reforma; 
  • 49% avaliam que a proposta precisa de ajustes;
  • 31% acreditam que a reforma deve ser paralisada. 
Sobre a reforma da Previdência:
  • 49% a consideram pouco ou nada importante 
  • 45% importante ou muito importante;
  • 58% acreditam que o próximo presidente eleito deve continuar com a reforma;
  •  50% acreditam que a proposta precisa de ajustes.
  • 31% acreditam que o próximo presidente deve paralisar a reforma. 
Sobre a reforma política:
  • 66% a consideram importante ou muito importante 
  • 27% a consideram pouco ou
  • 73% acreditam que o próximo presidente eleito deve dar continuidade a reforma; 
  •  nada importante;
  • 60% esperam que a proposta tenha ajustes;
  • 11% acreditam que o próximo presidente deve paralisar a reforma. 
Sobre as mudanças na política econômica:
  • 66% consideram as mudanças na política econômica importante ou muito importante 
  • 25% consideram as mudanças pouco ou nada importante;
  • 72% acreditam que as mudanças devem continuar, principalmente com grandes ajustes (59%);
  • 12% acreditam que o próximo presidente deve paralisar as mudanças.

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