3 de fev de 2018

Falecidos em concurso da Polícia Militar tinham atestados médicos que autorizavam se submeterem a esforço físico

O registro de mais uma morte na etapa de Teste de Aptidão Física (TAF) do concurso para a Polícia Militar do Maranhão, como não poderia fugir a regra do debate sobre qualquer tema no Maranhão, está servindo para exploração política, mas a questão parece fugir da responsabilidade exclusiva de quem contratou e de quem vem executando a seleção. Leia reportagem em Maranhão Hoje.

A vítima desta vez foi o cirurgião dentista Marcone Ferreira Cordeiro, 29 anos, que após sentir-se mal na tarde desta sexta-feira (02), quando fazia os testes físicos, foi levado a Unidade de Pronto de Atendimento (UPA) do Itaqui-Bacanga, onde faleceu na madrugada deste sábado.

A primeira vítima foi Daniela Nunes Silva, de 24 anos, policial civil de Barra do Corda. Ambos apresentaram atestados médicos garantindo que tinham plenas condições para os testes, e isto cabe agora ao Conselho Regional de Medicina (CRM) investigar se quem assinou os atestados realmente examinou os seus portadores e se os examinaram, onde poderiam ter falhado em suas avaliações.

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