28 de fev de 2018

Maranhão adere ao comitê de gestão que vai desenvolver ações em três estados para preservação do Rio Parnaíba

Governador Flávio Dino assina acordo para gestão e preservação do Rio
Parnaíba, o segundo mais importante da região Nordeste

GIRO ECONÔMICO

O Ministério do Meio Ambiente assinou convênio com a Agência Nacional de Águas (ANA), os estados do Piauí, Maranhão e Ceará e a Comissão Interinstitucional do Pró-Comitê da Bacia Hidrográfica (CBH) com vistas ao pacto de Gestão Integrada dos Recursos Hídricos da Bacia Hidrográfica do Rio Parnaíba. O pacto deverá culminar na criação do CBH do Parnaíba por decreto presidencial, que deverá ser assinado em março.

Nesta terça-feira (27), o governador Flávio Dino assinou a adesão do Maranhão ao CNH do Parnaíba.

O CBH Parnaíba envolverá municípios maranhenses, piauienses e cearenses, sociedade civil e setores usuários da água, possibilitando ganhos para os três estados, numa região crítica do semiárido, segundo o secretário de Recursos Hídricos e Qualidade Ambiental do MMA, Jair Tannús Júnior.

“Com a assinatura, celebramos mais de uma década de esforço coletivo, colaboração e entendimento. Daremos ao rio Parnaíba a atenção que ele merece, pela importância que tem no Nordeste brasileiro”, afirmou o ministro Sarney Filho. Leia mais em Maranhão Hoje.

Imóveis - O volume de imóveis vendidos no país cresceu 9,4% ano passado, na comparação com 2016, segundo levantamento da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e do Senai Nacional. Foram 94.221 unidades em 2017, contra 86.140 de 2016. Segundo o estudo, que levou em conta 23 regiões brasileiras, o número de lançamentos de imóveis aumentou 5,2%, na comparação com 2016. As vendas superaram os lançamentos em 11.878 unidades, o que corresponde a 12,6% do total das unidades comercializadas.

Analógico - Começa nesta quinta-feira (1º) a contagem regressiva para o desligamento do sinal de TV analógico em São Luís, Alcântara, Bacabeira, Bacurituba, Icatu, Paço do Lumiar, Raposa, Rosário e São Bento, que está marcado para 28 de março. Segunda-feira (26), o presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Juarez Quadros, disse que a migração em São Luís está num ritmo bem avançado, já que mais de 92% das residências na capital já estão com aparelhos ou kits para receber o novo sinal.

Eleição na OAB - O advogado Carlos Sérgio Barros não descarta entrar na disputa pela presidência da seccional maranhense da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), e diz que sua principal missão à frente da entidade seria fortalecer a advocacia para garantir à sociedade amplo direito de defesa.


O presidente da Seja Digital, Antonio Carlos Marteletto; a gerente da Anatel no Maranhão, Karine Braga; o presidente da Anatel, Juarez Quadros, fazendo entrega do kit de N. 184 mil para a beneficiária do Bolsa Família Maria Cecília de Souza

Nutrição - Iniciado terça-feira (27) prossegue até hoje (28), em Balsas, o curso de Alimentação e Nutrição, ministrado pelo Serviço Social da Indústria (Sesi), voltado para orientar os participantes sobre preparo de alimentação saudável, bem como reutilizar alimentos de fácil acesso e que normalmente são desperdiçados. O evento é uma parceria do Sistema Federação das Indústrias com a Companhia Energética do Maranhão, pelo programa Energia Profissional Cemar. São cem participantes divididos em duas turmas.

Importação - Ao visitar o presidente da Assembleia Legislativa, segunda-feira (26), o presidente da Federação das Indústrias (Fiema), Edilson Baldez, ao falar do empenho que a classe empresarial vem tendo para impulsionar a economia maranhense, manifestou preocupação com o alto índice de produtos importados consumidos no estado, sendo que boa parte desses itens é de alimentos que poderiam ser produzidos aqui. Para ele, o poder público precisa fazer algo para incentivar a inversão dessa relação entre produção e consumo.

Um comentário:

Carlos Eduardo disse...

"Para ele, o poder público precisa fazer algo para incentivar a inversão dessa relação entre produção e consumo"

E o poder público tem que fazer o que na visão dele? Se baixassem os preços, aumentasse a produtividade e houvesse livre concorrência naturalmente se deixava de importar produtos. Mas ele quer o quê? Ele quer proteção do estado para os produtores locais praticarem preços altos e quem paga a conta somos nós consumidores???? É isso? Impressionante como estamos acostumados a exigir um estado paternal, já está no nosso DNA.