29 de jul de 2018

Moçambicanos visitam Federação das Indústrias em busca de dados sobre economia e desenvolvimento sustentável

GIRO ECONÔMICO

O engenheiro químico Mateus Abelardo Américo Matusse, que é diretor Nacional da Indústria de Moçambique, chefiou uma missão de moçambicanos à Federação das Indústrias, integrada pela chefe do Departamento de Política, Planificação e Desenvolvimento Industrial, Gracinda Valoi; pelo técnico do Departamento de Floresta Nativa e Indústrias, Darlindo Pechiss; pelo chefe da Repartição da Indústria Florestal, Paulo Feniasse; e pela técnica do Departamento de Política, Planificação e Desenvolvimento Industrial do Ministério da Indústria e Comércio de Moçambique, Mavis Tomaz Navesse. 

O objetivo da visita foi conhecer a experiência maranhense sob a coordenação institucional da Fiema para o desenvolvimento industrial e, especificamente, a Política Ambiental e a Estratégia Industrial do Brasil, além da legislação específica sobre meio ambiente, e, particularmente sobre o processamento de madeira e mobiliário; bem como estratégias de negócios da cadeia do setor florestal.

O diretor da Fiema, Alexandre Ataíde, representou o presidente Edilson Baldez na recepção e apresentou o potencial da economia estadual para os visitantes africanos. 

Arqueologia - No bairro do Maiobão, um terreno pertencente a duas construtoras e que é dividido por uma rua asfaltada teve duas interpretações do Iphan para autorizar obras na área. Um lado do imóvel ficou no nível 1, ou seja, a empresa está autorizada a construir, mas o outro ficou no nível 2, portanto a empresa está sendo obrigada a contratar arqueólogo para emitir um parecer e isto custa, no mínimo, R$ 20 mil. O detalhe é que na parte do nível 2 há restos de construções feitas no passado, mas isto não importa. 

Em visita à Federação das Indústrias (Fiema), Fernando 
Kunsh (C), analista de relações institucionais da VLI para 
o Maranhão e Tocantins, foi recepcionado pelo superintendente 
da entidade, Albertino Leal. Ainda no registro a jornalista Francília Cutrim 
Construção - O Ministério das Cidades deve publicar nos próximos dias uma nova portaria com autorização para construções de moradias pelo Minha Casa Minha Vida e a expectativa é saber se o Maranhão será incluído, já que vem ficando de fora devido ao excesso de imóveis dessa modalidade por construir e prontos para entregar. Somente em São Luís, há 1.948 apartamentos prontos e sem moradores sorteados e outros 3.762 estão em construção, e ninguém sabe quando os mutuários serão escolhidos.

Suplente - O empresário Clóvis Fecury, que já foi deputado federal, terá a chance de ocupar, pelo menos interinamente uma cadeira no Senado, caso o titular de sua chapa seja eleito em outubro. Ele foi escolhido para primeira suplente de Sarney Filho (PV), que pode voltar a pleitear um ministério, num eventual governo de Geraldo Alckmin (PSDB). Além da Universidade Ceuma, da qual é sócio com o pai, Mauro Fecury, Clóvis é empreender do ramo de shopping center, como acionista do Rio Anil, do qual tem 50%. 

Potiguar - O Grupo Potiguar, uma das mais tradicionais empresas do ramo de material de construção na capital, onde atua há 37 anos, se expandiu para a região tocantina, com a inauguração de um home center em Imperatriz, segunda maior cidade do estado, onde chega “para somar esforços no desenvolvimento da região, gerando mais empregos e impostos, oferecendo uma experiência nova e diferenciada em varejo e valorizando essa importante cidade", como declara o seu diretor Ricardo Silva.

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