26 de jul de 2018

Presidente da Equatorial diz que protesto contra venda da Cepisa é normal e cita Cemar como exemplo de melhorias

O presidente da Equatorial Energia, Augusto Miranda, disse nesta quinta-feira (26), que a resistência dos trabalhadores da Companhia Energética do Piauí (Cepisa) contra a privatização da empresa é natural e citou exemplos da atuação da empresa no Pará e Maranhão, onde houve essa transição, para garantir um futuro de eficiência na ex-estatal.

“O processo foi muito tranquilo, de diálogo com os sindicatos, que são muito aguerridos. Mas a gente conseguiu estabelecer um diálogo muito sério, mostrar os benefícios”, disse.

No leilão, seria considerada vencedora a proponente que oferecesse o lance com maior índice de deságio na flexibilização tarifária, que deveria ser acima de zero. A Equatorial Energia SA ofereceu, em envelope lacrado, o índice de 119 pontos.

A Cepisa foi a primeira das seis distribuidoras da Eletrobras a ser privatizada. No último dia 18, o BNDES havia afirmado que manteria a realização do leilão no dia 26, após uma decisão judicial ter suspendido uma liminar que impedia o leilão das subsidiárias da Eletrobras. Leia mais sobre essa venda em MARANHÃO HOJE.

(Com dados da Agência Brasil)

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