1 de jan de 2019

Presidente Jair Bolsonaro, o "nazista" mais amigo do povo judeu depois do empresário alemão Oskar Schindler

Os adjetivos preferidos de petistas, socialistas, comunistas e outros "istas" que se dizem de esquerda, para rotular o presidente Jair Bolsonaro são nazista e fascista. Trata-se de uma tentativa de associar suas ideias às de Adolf Hitler e Benito Mussolini, que governaram Alemanha e Itália, respectivamente, com mão de ferro e perseguição a judeus, ciganos, comunistas e intolerância a gays e outras minorias.

Milhões, a maioria judeus, pagaram com suas próprias vidas por não se enquadrarem nos conceitos humanos desses líderes para moldarem a sociedade de seus países e pretenderem expandi-los ao mundo.

Essa tentativa de associação de Bolsonaro com o nazifascismo deu-se a partir do momento em que suas ideias a favor da redução de maior idade penal, contra a propaganda LGBT, duro combate à criminalidade, permissão para uso de armas de fogo e outros pontos de vista que destoam da pregação de militantes de esquerda, progressistas e quem tenta associar a política de Direitos Humanos a ideologias políticas do campos das esquerdas, foram propagadas e ele ganhou a simpatia da maioria do povo brasileiro.

O que mais impressiona é que desde Oskar Schindler, que foi imortalizado pela ajuda dada a centenas de judeus que acolheu como "empregados", nunca um "nazista" conquistou tanta simpatia de Israel, nascido após a Segunda Guerra  Mundial,  tampouco um "nazista" nutre tanta admiração pelos israelenses quanto Jair Bolsonaro. Embora se saiba que o Judaísmo não é religião oficial, a maioria dos israelenses é judia, e o país é a melhor referência de desenvolvimento do presidente brasileiro.

A sintonia de pensamento entre o "nazista" Bolsonaro e o povo de Israel ficou ainda mais evidente nestes dias que antecederam a sua posse, tanto que o primeiro ministro Benjamin Netanyahu veio com bastante antecedência e os dois definiram uma série de ações conjuntas.

Nesta terça-feira (1º), ao discursar como presidente da República, Bolsonaro prometeu manter as tradições judaico-cristãs do Brasil, mas ainda assim, até mesmo no discurso do governador do Maranhão, Flávio Dino, a rotulagem continua, o que em nada ajuda as pessoas compreenderem o que realmente pensam nazistas e fascistas, pois tendo como exemplo quem é rotulado aqui, fica a ideia de serem os maiores amigos dos judeus. Coisas do Brasil!

Parafraseando o vampiro Bento Carneiro criado por Chico Anysio, Nazista brasileiro!!!!!!!!!!!!!

Um comentário:

Unknown disse...

E ele também não é inimigo de turcos, árabes, persas, ou de qualquer coisa que pareça muçulmano.
O estado de Israel e uma realidade desde 14 de maio de 1948.
Tanto o cristianismo quanto o islamismo bebem na fonte do judaísmo.