5 de jan de 2019

Pesquisa divulgada nesta sexta-feira pelo IBGE constata queda nos preços da indústria no mês de novembro

GIRO ECONÔMICO

Influenciados pela redução dos preços dos derivados do petróleo e do álcool, além de outros produtos químicos, os preços da indústria fecharam o mês de novembro com deflação (inflação negativa) de 1,54%, resultado inferior ao -0,68 de outubro. Esta foi a maior queda de toda a série histórica iniciada em janeiro de 2014. Os dados fazem parte da pesquisa relativa ao Índice de Preços ao Produtor (IPP) e foram divulgados nesta sexta-feita (04), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Rio de Janeiro. 

Com o resultado de novembro, o indicador acumula no ano (novembro-janeiro) alta de 11,47%, inferior aos 11,94% do acumulado nos últimos doze meses (a taxa anualizada). Em novembro do ano passado, o IPP, que mede os preços na porta das fábricas, foi de 1,40%. Segundo o IBGE, apesar da queda, na passagem de outubro para novembro houve variações positivas de preços em 11 das 24 atividades, contra 8 relativas ao mês anterior.

Para o gerente de Análise e Metodologia do IBGE, Alexandre Brandão, vários fatores influenciaram a queda de 7,23% verificada nos preços do refino de petróleo, “a mais intensa desde janeiro de 2010”.

Gasolina - Pelo segundo dia seguido, a Petrobras reduz o preço da gasolina vendida nas refinarias nesta sexta-feira (4), quando o litro passou a ser negociado a R$ 1,4537. Quinta-feira (03), a estatal já havia reduzido o preço de R$ 1,5087 para R$ 1,4675. De acordo com a Petrobras, a política de preços da empresa para a gasolina e o diesel vendidos às distribuidoras tem como base o valor de paridade de importação, formado pelas cotações internacionais mais os custos que importadores teriam, como transporte e taxas portuárias. 

Pensão - Enquanto muitos brasileiros ainda protestam contra a decisão do presidente Jair Bolsonaro de fixar o valor do salário mínimo (R$ 998) abaixo do que havia previsto o Congresso Nacional com a aprovação do orçamento deste ano (R$ 106) uma nova revelação choca mais ainda quem trabalha pesado e recebe piso nacional: quem pratica crimes e vai para o sistema prisional tem direito a uma pensão mensal bem maior, algo em torno de R$ 1,3 mil, ou seja, alguma coisa parece estar fora da ordem no Brasil. 

O professor Gustavo Costa foi reconduzido ao segundo mandato 
de reitor da Universidade Estadual do Maranhão em solenidade 
realizada quarta-feira (03) no Teatro Arthur Azevedo. No registro,
com o governador Flávio Dino e o vice, Carlos Brandão 
Ministros - Até terça-feira (1º), com exceção daqueles que conviviam diretamente com o governo, era praticamente impossível lembrar nomes de ministros do governo Temer. Em menos de três dias do novo governo, muitos brasileiros já têm na ponta da língua os ocupantes dos principais cargos do governo federa: Paulo Guedes, Damares Alves, Sérgio Moro, Teresa Cristina... 

Repasse - Projeto de Lei Complementar (PLP) 486/18 que tramita na Câmara Federal determina que a parcela do ICMS que pertencer aos municípios deverá ser depositada até o primeiro dia útil após a arrecadação. A proposta é do deputado Chico D'Angelo (PDT-RJ) e altera a Lei Complementar 63/90, que trata da destinação para os municípios dos impostos arrecadados pelos estados. Pela norma, a prefeitura recebe a sua cota do ICMS apenas no segundo dia útil da semana seguinte ao depósito feito pelo Estado. 

Uema - Reeleito para o segundo mandato de reitor da Universidade Estadual do Maranhão (Uema), o professor Gustavo Costa fez uma prestação de contas ao ser empossado quarta-feira (02), em solenidade no Teatro Arthur Azevedo. As principais conquistas nos últimos quatro anos são criação de 15 novos cursos de graduação, nomeação de 122 novos professores, abertura de novos polos de ensino, ampliação de bolsas científicas, formação de professores para educação básica e indígena e melhorias em infraestrutura.

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