29 de mar. de 2019

Senadores querem ouvir explicações do ministro da Ciência e Tecnologia sobre acordo para exploração do CLA

GIRO ECONÔMICO

Senadores da Comissão de Ciência e Tecnologia (CCT) participarão de audiência pública com o ministro Marcos Pontes que vai detalhar o Acordo de Salvaguardas Tecnológicas (AST) o uso comercial, pelos Estados Unidos, da base para lançamento de satélites a partir do Centro Espacial de Alcântara. 

De acordo com o Ministério da Defesa, o AST permite que veículos lançadores e cargas úteis comerciais de qualquer nacionalidade contendo equipamentos ou tecnologias norte-americanas sejam lançados de Alcântara. O acordo que destrava o uso comercial do Centro de Alcântara precisa da ratificação do Congresso Nacional como condição imprescindível para que seja possível realizar lançamentos espaciais.

Segundo a Agência Espacial Brasileira, o primeiro AST foi assinado em 2000 e submetido à aprovação do Congresso no ano seguinte, mas foi devolvido ao Executivo em 2016 sem ratificação. Nesse período de quase 20 anos, a agência estima que o país tenha perdido cerca de US$ 4 bilhões por lançamentos não realizados. Leia mais em MARANHÃO HOJE.

Alcântara - A comissão mista para tratar da extinção da Alcântara Cyclone Space (ACS) aprovou, quarta-feira (27), o relatório do deputado Hugo Leal (PSD-RJ), favorável à matéria. O presidente da comissão, o senador Roberto Rocha (PSDB-MA) saudou a aprovação do relatório e disse que a cooperação entre Brasil e Ucrânia não trouxe nenhum ganho, mas, sim, “prejuízo bilionário” ao País e ao Maranhão. O vice-presidente da comissão, deputado Hildo Rocha (MDB-MA), disse que “o Maranhão será beneficiado, pondo fim a um contrato maléfico”. 

Empresários - No discurso proferido na Associação Comercial do Maranhão, na noite de quarta-feira (27), quando foi entregue o Prêmio Empresa do Ano, o presidente da entidade, Felipe Mussalém, pediu aos empresários para fazerem uma reflexão sobre a importância do associativismo, pois sem entidades fortes, tanto a nível estadual quanto federal, as empresas correm o risco de cair num ambiente de pouca prosperidade, dominado pelo Estado, no qual suas chances de crescer são bem menores. 

Na Associação Comercial, onde falaram sobre empreender a dois,
Cidinho e Lou Marques ladeados pelos diretores da entidade Magnólia
Rolim e Fabrízio Dualibe 
Contratos - O presidente Jair Bolsonaro editou, quarta-feira (27), Medida Provisória que autoriza o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) a prorrogar, até 28 de junho de 2019, por tempo indeterminado, contratos de pessoal firmados desde 2013. A MP pela Câmara e pelo Senado. 

Ordem do Dia - O tenente coronel Sousa Filho, comandante do 24º Batalhão de Infantaria de Selva (BIS), sediado em São Luís, diz que não haverá programação especial pela passagem do 31 de março. Segundo ele, haverá apenas a leitura da Ordem do Dia, assinada pelo ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, com formação da tropa, nesta sexta-feira, ou seja, nada de gastos especiais para comemorar a data como chegaram a informar alguns segmentos da imprensa e do Ministério Público e Defensoria Pública. 

Passagens - Desde terça-feira (26), os órgãos e entidades federais voltaram a comprar passagens aéreas diretamente das companhias. De acordo com o Ministério da Economia, com o fim da intermediação das agências de viagens, a economia pode chegar a R$ 15 milhões ao ano. O presidente Jair Bolsonaro destacou a medida em publicação em sua conta no Twitter. “Isso representa redução de cerca de 18% de economia. A pesquisa de preços será feita pelos órgãos do Executivo, com a escolha do bilhete de menor preço”.

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