2 de abr de 2019

Nome de Ana Karin Andrade aparece como um dos favoritos para ocupar a presidência da Embratur

Resultado de imagem para ana karin quentalO nome da ex-presidente da extinta Empresa Maranhense de Turismo (Maratur) Ana Karin Andrade (ex-Quental) - no registro com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso - desponta como um dos favoritos para a presidência do Instituto Brasileiro do Turismo (Embratur). 

A possível indicação foi um dos assuntos mais comentados na World Travel MarketLatin América – WTM Latin América, aberta nesta terça-feira (02), em São Paulo, evento que teria motivado a queda da ex-presidente Teté Bezerra, por ter programado um jantar com o cantor Alceu Valença ao custo de R$ 290 mil, o que irritou o presidente Jair Bolsonaro.

Além de dirigente da ex-estatal maranhense, no governo de Edison Lobão, Ana Karin foi diretora da Embratur na gestão Carlos Carvalho (1996 a 2002) e prefeita de Cruzeiro, no interior de São Paulo, em duas oportunidades, pois foi eleita em 2008 e reeleita em 2012. Ela é filiada ao PR.


Por coincidência ou não, na data em que foi anunciada a demissão da ex-presidente, Ana Karin postou uma nota em sua página no Facebook, em que recorda o seu tempo na estatal, num evento em Mônaco, "falando e levando as belezas turísticas do Brasil para todos os convidados no Museu Oceonógrafico de Jacques Costeau". Disse ela:

"Muita honra o tbt de hoje, poder recordar, como ex diretora da Embratur, desde muito nova poder representar o meu país no exterior! Nesse registro em Mônaco, em um evento que pude palestrar para autoridades como o ex presidente à época dos Estados Unidos, George W Bush , tb ter podido receber o carinho da ex-primeira dama, senhora distinta e encantadora Bárbara Bush, falando e levando as belezas turísticas do Brasil para todos os convidados no Museu Oceonógrafico de Jacques Costeau".

Na nota em que confirmou a demissão de Teté Bezerra, o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, disse que "o próximo presidente da autarquia, encarregada por promover o Brasil internacionalmente, será um nome alinhado com a gestão do presidente Jair Bolsonaro, que preza pela austeridade, economicidade e eficiência".

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