1 de ago de 2019

A indesejável convivência nas redes sociais com pessoas sem a menor afinidade em ética, moral, educação...

Resultado de imagem para rede socialNão sei dizer ao certo de quantos grupos participo nas redes sociais, principalmente no WhatsApp, pois, vez por outra, sou surpreendido com minha inclusão em mais um. Educadamente, aceito e, pelo que me recordo, pedi para sair de apenas um, voltado exclusivamente para pornografias, uma criação tão diabólica que tinha uma santa como identificação a fim de disfarçar o conteúdo de baixo nível.

Desde que aderi a esse ambiente, criei um grupo, que leva o nome do meu site e de uma revista de publicação mensal sob minha editoria - Maranhão Hoje - e todos que nele entraram tive o cuidado de escolher, pois, independentemente de posições políticas e ideológicas, assim como de outras orientações ou opções, são pessoas com quem consigo manter, quando necessário, um debate de alto nível.

Dos grupos que participo, de alguns tenho imenso prazer de integrar, principalmente os criados por pessoas com quem tenho afinidades ou relações de amizade e profissional, mas a grande maioria, sinceramente, não sei porque fui escolhido para entrar, já que não houve convite e sim imposição, pois boa parte dos integrantes adota comportamento que eu jamais ousaria imitar. Nem falo de posições políticas, mas de comportamento ético, moral...

Sempre que vejo num desses grupos fotos de pessoas mortas, algumas com corpo estraçalhado, fico a me indagar se eu teria coragem de fazer algo parecido, se o meu silêncio sinaliza aprovação a esse tipo de atitude, se o autor da postagem acha que está me agradando.

Da mesma forma desconfortável sinto-me quando percebo uma mentira deslavada, postada apenas com intuito de prejudicar alguém, bajular outro ou distorcer fatos, de forma intencional com um grau de irresponsabilidade que beira criminalidade. Teria eu o mesmo perfil dessas pessoas? Se tenho, por que nunca havia percebido antes? Se não, por que será que os administradores desses grupos me escolheram para convivência com pessoas do seu meio, algumas tão desagradáveis? Por que os administradores desses grupos, se é que discordam dessas posturas, não convidam os inconvenientes a saírem ou não tomam a decisão de tirá-la desse convívio?

É claro que muitas das minhas postagens também não são bem aceitas, principalmente porque a maioria, quase todas elas, tem caráter jornalístico, chamadas para este blog ou para o site, e nos tempos atuais noticiar é sinônimo de opinar, e os que têm dificuldades para ler e interpretar textos sempre se ofendem  quando o fato desagrada por ir contra àquilo que pensa ou ferir a aquele ou aquela a quem idolatra. Coisas dos tempos modernos!

Ao tecer esses comentários, sinto informar a alguns donos de grupos que não me convidaram, mas impuseram minha entrada em suas organizações, acho que é chegado o momento de depurar as relações virtuais, já que nas presenciais quase não enfrento problemas e poucos, pouquíssimos, que tenho fugiram ao meu controle.

Não se trata de discriminação esta opção pelo distanciamento, pois sei que até mesmo os que se comportam mal se sentem desconfortável com presença de quem tem contudo diferente , pois não contribuem para enriquecer esse festival de maldades, com proliferação de imagens e vídeos que repugnam, provocam náuseas, assustam, intimidam, portanto melhor não estar por parte. Bom uso das redes sociais para todos!

Um comentário:

Anônimo disse...

Axiles, me passa o número do cel