29 de nov. de 2019

Nada mudou: expectativa de vida dos maranhenses é a mais baixa e mortalidade infantil a segunda maior do país

Uma criança nascida no Maranhão, sujeita a lei de mortalidade observada em 2018, viveria, em média, 8,6 anos menos do que uma criança nascida no estado de Santa Catarina. É o que revelam os dados da Tábua Completa de Mortalidade para o Brasil, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta quinta-feira (28), que uma expectativa de vida para os maranhenses de 71,1 anos.

Segundo o IBGE, dentre as unidades da Federação, a expectativa de vida do Maranhão é a menor do país, estando, inclusive, abaixo da média nacional, que é de 76,3. A expectativa de vida masculina é de 67,4, valor bem inferior à média nacional, que é de 72,8 anos. Já a expectativa de vida das mulheres maranhenses é de 75,1, enquanto a média para o Brasil é de 79,9 anos.

Outro importante indicador da condição de vida socioeconômica contemplado na pesquisa do IBGE é a taxa de mortalidade das crianças menores de 1 ano. A menor taxa de mortalidade infantil foi encontrada no Estado do Espírito Santo, 8,1 óbitos de crianças menores de 1 ano para cada 1.000 nascidos vivos; a maior pertenceu ao Amapá, 22,8 por mil, seguido do Maranhão, que apresentou 19,4 por mil.

Leia detalhes em MARANHÃO HOJE.

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