1 de jan. de 2020

As diferentes trajetórias percorridas por Roseana Sarney e Flávio Dino para almejar a Presidência da República

Resultado de imagem para roseana.capa da vejaEm 2001, quando começaram as articulações com vistas à eleição do sucessor de Fernando Henrique Cardoso (PSDB), a direção do então PFL (hoje DEM), percebendo que o partido que, por oito anos teve Marco Maciel como vice-presidente, estava sendo preterido por José Serra (candidato oficial do Palácio do Planalto) em nome de uma nova composição, por decidiu jogar pesado, utilizando a imagem da então governadora do Maranhão, Roseana Sarney, para uma mobilização nacional a fim de o tucano a aceitá-la como vice.

Diversas peças publicitárias foram desenvolvidas e ela estava constantemente em inserções da legenda no rádio e na TV e acabou se tornando um problema, pois caiu no gosto da população e, de coadjuvante, passou a ser cotada para o papel principal, ou seja, seria ela candidata a presidente. Só houve uma maneira de barrá-la:explodir a Lunus, empresa do marido, Jorge Murad, onde foi encontrado dinheiro de origem suspeita e a candidata virou fumaça.

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Ano passado, enquanto o presidente Lula cumpria sua condenação por corrupção passiva e lavagem de dinheiro ainda em regime fechado em Curitiba (PR), a esquerda começou a ensaiar o lançamento de algumas lideranças para substituir o "poste" Fernando Haddad na eleição de 2022, e assim vencer Jair Bolsonaro.

Vários nomes foram lembrados, dentre eles, o do governador Flávio Dino (PCdoB), mas tão logo Lula saiu da prisão, tudo se desmontou, pois ficou provado que somente ele pode falar de política no campo das esquerdas e, mesmo impedido de disputar, vai fingir que é candidato até às vésperas da eleição para perder novamente.

E Flávio Dino? Bem, este parece que de ator ao papel principal, se entrar em cena será como coadjuvante, na condição de vice de Luciano Huck, apresentador de TV. Avante!

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