11 de fev. de 2020

Dono do sítio onde miliciano foi morto diz não ser aliado de Bolsonaro e se elegeu numa coligação com PT e PCdoB

Apesar de filiado ao PSL, o vereador Gilsinho de Dedé, dono do sítio em que o miliciano Adriano Magalhães foi assinado, neste domingo (09), em Esplanada (BA), diz não ter nenhuma ligação pessoal nem alinhamento político com o presidente Jair Bolsonaro e seus familiares.  "Estou no PSL por uma questão local. À época em que fui eleito, o PSL em Esplanada era aliado do governo local [do PT]. Nunca tive contato com a Executiva do partido. Foi uma questão de viabilidade para disputar a eleição", afirmou à Folha de São Paulo.

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Bolsonaro e seus filhos foram eleitos pelo PSL em 2018 e deixaram o partido no fim do ano passado para criar uma nova legenda, a Aliança pelo Brasil. Gilsinho de Dedé foi eleito em 2016, em uma coalização formada por PSL, PRTB e PCdoB.

Ele diz que estava fora da Bahia quando o crime ocorreu. "Recebi uma ligação do meu vizinho, que tem uma casa bem próxima à minha chácara. Ele relatou que parecia haver um assalto, porque viu policiais chegando lá e porque estava ocorrendo troca de tiros. Perguntou se eu sabia o que estava acontecendo, respondi que não", disse ele, que também procurou o delegado da cidade, e este disse que sabia da ocorrência, que foi operação de uma polícia especializada, feita via SSP [Secretaria da Segurança Pública], mas que a delegacia não tinha participado".

(Com dados do UOL e imagem Imagem: Reprodução/Facebook)

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