4 de abr. de 2020

Ao comentar pesquisa do Datafolha, Henrique Mandetta diz que mãos que o afagam hoje vão apedrejá-lo amanhã

Mandetta diz que vai faltar | Uma visão popular do Brasil e do mundoPor mais que tenha sido provocado pelos jornalistas, na coletiva desta sexta-feira (03), o ministro da Saúde, Henrique Mandetta, não acirrou os ânimos na relação entre ele e o presidente Jair Bolsonaro, que na quinta-feira (02), numa entrevista à Rádio Jovem Pan, admitiu que os dois estão se "bicando" e cobrou mais humildade do auxiliar.

Mandetta também não se envaideceu com os números da pesquisa realizada pelo Datafolha, divulgada nesta sexta, em que aparece com uma avaliação três vezes maior que a do presidente Jair Bolsonaro.

Segundo o ministro, as mesmas mãos que hoje o estão afagando vão apedrejá-lo amanhã, quando a pandemia passar, pois vão aparecer os que acham que deveriam ter sido investido mais numa área do que em outra, quando as mortes forem contadas, ou seja, quando os políticos voltarem a ser políticos e a população passar a agir mais para satisfazer os desejos e interesses dos seus líderes.

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