21 de abr. de 2020

Caixa Econômica inicia nesta quinta-feira o adiantamento da segunda parcela do auxílio emergencial de R$ 600

GIRO ECONÔMICO

A Caixa Econômica Federal inicia nesta quinta-feira (23) o pagamento da segunda parcela do auxílio emergencial de R$ 600. Até o próximo dia 29, os beneficiários inscritos no Cadastro Único e quem fez o cadastro por meio do aplicativo ou do site Auxílio Emergencial, que já receberam a primeira parcela, começarão a ser pagos. Os pagamentos ocorrem digitalmente - "sem a necessidade de ida às agências" -  e que os saques dos valores, em dinheiro, começam na próxima segunda-feira (27), conforme novo calendário divulgado pelo banco (mais detalhes, abaixo).

A Caixa informou que 24 milhões de pessoas receberam R$ 16,3 bilhões em auxílio emergencial, até esta segunda-feira. Os pagamentos estão sendo feitos digitalmente e os saques dos valores, em dinheiro, ocorrerão de forma escalonada, até o dia 5 de maio.

Os beneficiários que não têm conta bancária receberão por meio da Poupança Digital Caixa. Mais de 10 milhões de contas já foram abertas pelo banco para o depósito do auxílio emergencial. Mais de 38 milhões de pessoas se cadastraram para receber o benefício.

Desconto em mensalidades - Proibidas de funcionar desde março, por determinação do governador Flávio Dino (PCdoB), as escolas da rede privada podem sofrer mais uma punição do poder público. Na próxima sessão da Assembleia Legislativa, deverá ser votado projeto do deputado Rildo Amaral (Solidariedade) que determina redução de 30% nas mensalidades para o ensino médio, por conta da crise da pandemia de coronavírus. Segundo o presidente da AL, Othelino Neto (PCdoB), vai ser incluída na votação também a emenda do deputado Yglésio Moisés (PDT), que estende o desconto para o ensino superior. Donos de colégios e faculdades torcem para que o governador vete o projeto, pois isto vai acabar em judicialização, por entenderem que a medida é inconstitucional.

Leilão da Conab - A compra das 7 mil toneladas de alimentos prevista para ocorrer quinta-feira passada (16) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) foi adiada para esta sexta-feira (24), às 09h. O motivo do adiamento foi a necessidade de ajustes legais e adequações técnicas relativas às operações. A ação foi anunciada pelo Governo Federal e tem como objetivo a formação de cestas básicas em apoio às populações em situação de vulnerabilidade, agravada pela pandemia causada pelo novo coronavírus. O comunicado de adiamento foi publicado nesta quinta-feira (16), no site da Companhia.

        O governador Flávio Dino, apresentando números sobre o coronavírus,
cobra dos hospitais números sobre disponibilidade de leito, o que pode
significar que o Estado também vai apresentar s seus. Espera-se
Abertura do comércio - Em São Paulo, duas das entidades patronais que apoiaram, em março, a decretação da quarentena como estratégia de combate ao coronavirus - Associação Comercial e Federação do Comércio - já pressionam o governador João Doria pela abertura do comércio no início de maio. Para seus dirigentes, a paralisação das atividades comerciais já está demorando demais e isto só vai resultar em falências e desemprego.

Bancários pressionam - A Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae) e a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) encaminharam carta ao novo ministro da Saúde, Nelson Teich, em que manifestam preocupação com o avanço da pandemia do coronavírus no país. No documento, as entidades cobram do ministério medidas mais efetivas para proteger a população e os bancários. Sobre as filas nos bancos, as entidades denunciam: "Uma grande quantidade de pessoas permanece durante horas de pé, próximas umas das outras e sem máscara de proteção, como pode ser constatado em matérias veiculadas na imprensa nacional".

Fiscalização de hospitais - O governador Flávio Dino determinou ao Procon que notifique os hospitais privados a fim de ser publicada a real situação sobre a quantidade de leitos disponíveis aos pacientes, ou seja, é provável que a partir de agora a população seja informada também da quantidade de leitos disponíveis na rede pública, já que deve haver o princípio de dar exemplo. Afinal de contas, todos os dias são anunciados novos leitos, porém ainda não foi passada a soma e a população precisa saber para onde correr em caso de necessidade.

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