14 de abr. de 2020

Governo do Estado determina a bancos e lotéricas o receituário "faça como estou mandando" para evitar aglomerações, mas dá um péssimo exemplo

Concentração no Viva da Beira Mar: ambiente que o Covid-19 adora
No decreto baixado, sábado (11), com a edição de normas mais rígidas para funcionamento do comércio em São Luís, o governador Flávio Dino (PCdoB) estabeleceu um prazo de 72 horas, a contar desta segunda-feira (13), para que bancos e casas lotéricas criem normas para evitar aglomerações "tanto dentro quanto na porta de suas agências".

Além disso, é necessário também o uso de equipamentos de proteção individual pelos funcionários e clientes, podendo ser máscaras laváveis ou descartáveis.

"Os bancos deverão organizar filas e manter distância de pelo menos dois metros entre clientes", diz o texto jornalístico disponível no site do governo: www.ma.gov.br.

Bancos têm 72 horas para não fazer em suas agência o que ocorre no Viva
Todo esse cuidado é para que o povo fique o mais protegido possível de coronavírus, mas seria tão bom se o governo agisse sempre do jeito que determina, porém está sempre falhando quando o responsável pela proteção das pessoas é ele próprio. 

Depois da trapalhada na entrega de cestas básicas, porque precisava de boas fotos e filmagens para mostrar ao Brasil como se cuida das pessoas, mais uma vez dá mau exemplo, pois todos os dias há concentração no Viva da Avenida Beira Mar (Centro Histórico) de quem deseja fazer o teste a fim de saber se tem ou não o vírus.

As imagens são assustadoras, pois cria-se um ambiente que o covid-19 adora: muita gente sem proteção (máscaras e luvas) e sem equipamentos e produtos de proteção disponibilizados pelo prestador do serviço, nem mesmo água e sabão são disponibilizados, muito menos o recomendado para todos álcool em gel.

Ministério Público, Anvisa, Defensoria Pública, Procon e outros organismos de defesa da sociedade fingem que não veem ou que o problema não é com eles. 

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