12 de abr. de 2020

Vale já transferiu mais de meio milhão de reais para fornecedores e terceirizados para amenizar perdas

Com casos de covid-19, Vale mantém aglomerações em minas
GIRO DE DOMINGO 

A Vale já antecipou R$ 521 milhões em pagamentos a pequenas e médias empresas desde o início da crise provocada pela epidemia de Covid-19. A estimativa da empresa é injetar mais R$ 411 milhões na economia brasileira em antecipações de pagamentos até o final de abril, totalizando R$ 932 milhões para ajudar aproximadamente 3 mil fornecedores de todo o país a enfrentarem este momento

Conforme anunciou no final de março, a Vale adiantou no último dia 25 de março, antes mesmo do vencimento das faturas, os pagamentos às pequenas e médias empresas por serviços já realizados e materiais entregues. Esse valor, inicialmente estimado em R$ 160 milhões, acabou alcançando R$ 171 milhões.

Em abril, a Vale está reduzindo em até 85% o prazo de pagamento por serviços realizados e materiais entregues. Com essa ação já foram liberados para pagamento R$ 350 milhões até o momento.

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Valor de pacote de ajuda da Vale a fornecedores chegará a quase R$ 1 bilhão em apenas um mês

Economia do Nordeste - Numa palestra por videoconferência com presidentes das federações de indústrias que integram a Associação Nordeste Forte, o ministro da Economia, Paulo Guedes, sinalizou com a análise de propostas para acesso ao crédito pelas empresas com maior rapidez e menos burocracia a fim de serem superadas dificuldades e as indústrias nordestinas possam sobreviver. O presidente da Nordeste Forte, Amaro de Araújo, solicitou tratamento diferenciado para a região, que gera milhões de empregos e riquezas ao país.

Culpada da covid-19? - Emocionante o depoimento da relações públicas Raíssa Azulay à BBC Brasil numa entrevista reproduzida aqui pelo Jornal Pequeno e adaptada por Maranhão Hoje, na qual fala sobre os ataques sofridos nas redes sociais após revelado o teste positivo para coronavírus (o segundo do estado), pois diante de tantas queixas, sentiu-se como culpada pela introdução do covid-19 no Maranhão. Raíssa está curada, mas ainda não se sente segura para estar na rua, com excessiva exposição, e também não tem certeza de como contraiu a doença.

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À BBC Brasil, Ráissa Azulay diz que chegou a se sentir culpada pelo covid-19 entrar no Maranhão

Na teleconferência de quinta-feira (09) com o ministro da Economia,
Paulo Guedes, os presidentes das federações das indústrias do Rio Grande
do Norte, Amaro Sales de Araújo, e do Maranhão, Edilson Baldez, que
integram a Associação Nordeste Forte
Transporte de passageirosA partir das 23h desta segunda-feira o transporte intermunicipal de passageiros estará reestabelecido no Maranhão após suspensão, durante o período da Semana Santa, para evitar circulação de pessoas que pudessem provocar propagação do covid-19.

Teimosia é pouco -  Teimosia é pouco: alguns proprietários de lojas em diversos bairros de São Luís, como Cohab-Anil, São Cristóvão, Cidade Operária, bem como Maiobão, em Paço do Lumiar, voltaram a abrir seus estabelecimentos neste sábado (11). Alguns ficam com metade das porta abertas e outros criam apenas pequenas entradas, mas o que surpreende mesmo é a quantidade de gente que entrada para fazer compras de produtos que, para alguns, não são essenciais, como objetos para festa, roupas, aparelhos eletrônicos etc.

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Apesar de novas restrições do governo, comércio volta a funcionar parcialmente em São Luís

Móveis e eletrodomésticos - A tese defendida pelo advogado maranhense Paulo Gallo, residente da Alemanha, para que os governos, seguindo recomendações da OMS, autorizem a reabertura das lojas de móveis e eletrodomésticos, foi atacada no Distrito Federal, onde o governador Ibaneis Rocha determinou sexta-feira (10) a reabertura desses estabelecimentos, por considerar a venda de itens como fogão, geladeira, cama, sofá e outros, para casa e escritório, como prioridade. Também estão autorizados a funcionar os órgãos do Sistema S.

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