18 de mai. de 2020

Pelas contas de Henrique Mandetta, o Brasil não sai da crise do coronavírus antes do mês de agosto. Até lá...

Governo tira Mandetta do Senac e ex-ministro perde R$ 21.000 por ... Em entrevista concedida à jornalista Natália Cancian, da Folha de São Paulo, publicada neste domingo (18) o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta traça uma cenário preocupante para o enfrenamento do coronavírus, pois, segundo ele, ainda teremos 12 semanas de situação grave, ou seja, tudo indica que somente na segunda quinzena de agosto a situação poderá estar equilibrada. Até lá...

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São dois meses desde a primeira morte confirmada e passamos de 15 mil óbitos. Como vê o cenário atual?

- Disse uma vez que teríamos 20 semanas muito duras pela frente. Esses dois meses que passaram são 8 semanas. Para as outras 12, são mais 3 meses. Os primeiros casos que foram pegar a escala de transmissão aumentada e depois desorganizada ocorreram em abril, em Manaus e Fortaleza.
Iríamos aumentar [a curva de disseminação] em abril, maio, junho. Em julho vamos estabilizar, quando deve ser o ápice da curva, e aí vai entrar em um platô para que, em agosto, comece a reduzir o número de casos e setembro a gente volte no ponto mais próximo de uma coisa mais amena.
Estamos vivendo o primeiro terço disso, temos o segundo e o terceiro para concluir.

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