15 de jun. de 2020

Sara Winter é presa pela Polícia Federal após ato de protesto em frente à sede do Supremo Tribunal Federal

A ativista política Sara Fernanda Giromini, mais conhecida como Sara Winter, foi presa pela Polícia Federal na manhã desta segunda-feira (15) em Brasília, porque o grupo que ela lidera, o "300 do Brasil", no ato de protesto de sábado (13) lançou fogos de artifício contra a sede do Supremo e fazer ofensas a ministros da Suprema Corte.

O pedido de prisão, aceito pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, foi feito pela Procuradoria-Geral da República (PGR), que investiga ações antidemocráticas. 

Winter está entre os investigados pela Polícia Federal no inquérito que apura fake news e ataques a ministros do STF, do qual Moraes é relator na Corte. No dia, 27 de maio, ela afirmou, por meio do perfil que mantém no Twitter, que os agentes da PF estiveram na casa dela.

Na ocasião, a militante chamou o ministro do STF Alexandres de Moares de covarde e disse que ele não a calaria. “Levaram meu celular e notebook. Estou praticamente incomunicável”, escreveu na conta que mantém na rede social.

A prisão da ativista também foi confirmada nas redes sociais pelo "300 do Brasil". Em mensagem no Instagram, o grupo escreveu: "Sara Winter acaba de ser presa pela Polícia Federal".

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