29 de ago. de 2020

Com a retirada de Wellington do Curso da disputa em São Luís, o que os tucanos entregam para Eduardo Braide?

A grande dúvida que ficou com a decisão do PSDB de retirar a candidatura do deputado estadual Wellington do Curso para apoiar o deputado federal Eduardo Braide no processo sucessório de Edivaldo Holanda Júnior (PDT), em São Luís, é o que os tucanos entregarão ao candidato do Podemos, além do tempo de televisão.

Wellington do Curso, marchando praticamente sozinho, e usando como argumento principal as mesmas defesas que tem defeito da tribuna da Assembleia Legislativa, sempre oscilou, em todas as pesquisas, entre terceiro e quarto lugar, sempre com margem de intenção de votos na faixa dos 7%, enquanto Braide fica na faixa dos 40%, ou seja, se Wellington levasse todos esses votos para Braide, a eleição estaria praticamente definida.

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O deputado tucano, porém, saiu do processo magoado, pois considera traição o que foi feito pelo senador Roberto Rocha, presidente estadual da legenda, e pelo candidato beneficiado, e ainda não manifestou intenção de aderir a Braide, ensaia até pular para candidato de outras legendas, sem medo da infidelidade partidária. 


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