15 de ago. de 2020

O QUE ELES DISSERAM

"É assente na jurisprudência que fatos antigos não autorizam a prisão preventiva, sob pena de esvaziamento da presunção de inocência”

(Do ministro do Supremo Gilmar Mendes, enxergando o que membros do Ministério Público, do TJ-RJ e do STJ, nunca haviam notado, ao justificar seu habeas corpus para manter Fabrício Queiroz e a mulher em prisão domiciliar)

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