10 de set. de 2020

Pesquisa aponta que mais de 74% dos brasileiros não conseguiram pagar todas as contas contraídas na pandemia

Contas não foram pagas durante a pandemia (foto EsBrasil)
GIRO ECONÔMICO

Uma pesquisa realizada pela Acordo Certo, fintech de soluções voltadas para o bem-estar financeiro dos consumidores, com 1.487 pessoas entre os dias 11 e 14 de agosto, revelou que 82% das pessoas priorizaram algumas contas em detrimento de outras no primeiro semestre do ano, sendo que, destas, 74% ainda não haviam regularizado todas. Estes números são reflexo dos impactos negativos da pandemia da Covid-19 na vida financeira dos brasileiros. Cerca de 70% declararam que tiveram a renda familiar diminuída.

Quase metade dos entrevistados não teve alteração na situação de trabalho. Ainda assim, três em cada dez relatam que deixaram de trabalhar após a pandemia. Negociação de dívidas foram as contas que os consumidores mais deixaram de pagar, seguidas por cartão de crédito e conta de luz que aparecem na sequência.

Mais da metade dos entrevistados precisou pedir dinheiro emprestado para pagamento de dívidas. Cerca de 53% pediu a algum amigo ou parente. Para conseguir quitá-las, o parcelamento e a diminuição dos juros são as soluções mais citadas. 71% negociaram dívidas pela Acordo Certo, destes 35% afirmam terem contraído as dívidas por conta dos efeitos da pandemia.

Seleção do Sesc - A fim de valorizar a produção dos pequenos negócios e favorecer a economia criativa, o Serviço Social do Comércio (Sesc) no Maranhão está selecionando artesãos interessados em participar da I Feira de Artesanato e Empreendedorismo On-line. A convocatória contempla a seleção de trinta artesãos individuais, com suas respectivas produções, para a divulgação de trabalhos em ambiente virtual. As inscrições serão realizadas exclusivamente pelo link abre.ai/feiradeartesanatosesc até o dia 15 de setembro.

Posição da Vale - A mineradora Vale, segundo informação do portal Notícias de Mineração Brasil, voltou a ocupar o posto de empresa mais valiosa da América Latina, posição que havia perdido, em agosto, para a varejista online Mercado Livre. A empresa virtual passou a ocupar a terceira posição no ranking, sendo superada também pela Petrobras.

O prefeito Luciano Genésio (D), no registro com a deputada
Thayse Hortegal, que é também primeira-dama de Pinheiro,
recepciona nesta sexta-feira (11) o diretor regional do Senac,
José Ahirton Lopes, em sua cidade, para inauguração
do Centro de Formação Profissional
Inauguração em Pinheiro - Um grande evento está marcado a noite desta sexta-feira (11) na cidade de Pinheiro, onde o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), órgão vinculado ao Sistema Federação do Comércio (Fecomércio), inaugura o seu primeiro Centro de Educação Profissional na Baixada Maranhense. O empreendimento vai oferecer oportunidade de capacitação a pessoas que tencionam aprimorar seus conhecimentos para se firmarem no mercado de trabalho ou se tornarem empreendedores autônomos.

Seguro desemprego - O mês de agosto de 2020 contabilizou 463.835 requerimentos de seguro-desemprego, na modalidade trabalhador formal. O número representa uma queda de 18,2% na comparação com o mesmo mês do ano passado, em que foram contabilizados 567.069 requerimentos. O levantamento foi divulgado nesta quinta-feira (10) pela Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia, e considera os atendimentos presenciais – nas unidades do Sistema Nacional de Emprego (Sine) e das Superintendências Regionais do Trabalho – e os requerimentos virtuais.

BNB na Semana Brasil - Durante a Semana Brasil, que se estende até sábado (13), o Banco do Nordeste também ampliará o atendimento aos clientes interessados em contratação de crédito pelo FNE Emergencial, linha especial vigente enquanto perdurarem os decretos de calamidade pública em razão da pandemia de Covid-19. A linha operacionalizada exclusivamente pelo BNB foi lançada pelo Governo Federal em maio deste ano. O FNE Emergencial beneficia profissionais liberais e empresas de todos os portes com atividades produtivas localizadas em municípios em estado de calamidade declarada por autoridades públicas. As taxas de juros são de 2,5% ao ano, com prazos e carências especiais.

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