10 de out. de 2020

De camarote, Andrea Murad assiste as disputas em três municípios que podem levá-la de volta à Assembleia

Apesar de ter amargado uma terceira suplência na eleição passada, a ex-deputada Andrea Murad (MDB), que fez a campanha de 2018 se anunciando como futura líder do governo de Roseana Sarney, poderá começar 2021 efetivada na Assembleia Legislativa, e depende de um conjunto de fatores que é de difícil equação, mas não impossível. 

Titular de uma das cadeiras no parlamento estadual, Rigo Teles (PV) é fortíssimo candidato a prefeito do seu município, Barra do Corda; a primeira suplente, que está no exercício do cargo, é Socorro Waquim (MDB), que trava uma acirrada disputa pela Prefeitura de Timon; e o segundo suplente, Léo Cunha (PL), é favorito para se tornar o novo prefeito de Estreito. 

Se tudo isto se concretizar, Andrea passará a ser titular, mas ainda não poderá concretizar o sonho de líder do governo na Assembleia Legislativa, até porque Flávio Dino não vai querer, e ela também talvez não teria interesse de ser, se convidada.


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