9 de nov. de 2020

Jornal Folha de São Paulo pare um novo Reis Pacheco para tentar tumultuar a eleição em São Luís

O jornal Folha de São Paulo, ao que tudo indica, pariu mas terá dificuldades de alimentar e criar um novo Reis Pacheco a fim de influenciar na decisão do eleitorado de São Luís para definir quem será seu novo prefeito. Neste sábado (07) à noite, na coluna Painel, postou uma nota com a clara intenção de gerar repercussão negativa nas redes sociais contra o candidato Eduardo Braide.

Postada horas após a divulgação de um vídeo do governador Flávio Dino (PCdoB), em que diz dever o candidato do Podemos explicações à Justiça, a nota faz menção a uma suposta certidão do Ministério Público Federal dando conta de que Braide responde ação judicial, o que sempre negou.

Tão logo postada, foi "encontrada" por aliados e simpatizantes do PCdoB e repercutida em blogs e nas redes sociais, provocando grande repercussão no eleitorado da capital. Por falta de provas, a Justiça já determinou sua exclusão sob pena de multa diária de R$ 2 mil e são passíveis de responsabilidade criminal também quem as repercutiu, ou seja, uma deslavada mentira. Vários blogueiros já excluiram dos seus veículos.

Para quem não recorda, em 1994 na eleição para governador, o staf de Roseana Sarney propagou que seu adversário Epitácio Cafeteira havia mandado matar o funcionário da Alumar Reis Pacheco, que se envolvera num acidente de trânsito no qual morreu o ex-vereador Hilton Rodrigues, sogro de Cafeteira. Pacheco, porém, estava vivo, mas a verdade só veio à tona dias antes da eleição e pouca gente ficou sabendo até porque quando veio o esclarecimento houve um estranho "apagão" de energia elétrica na maioria das cidades maranhenses e as emissoras de rádio e TV ficaram foram do ar.

A Folha poderia abortar o feto, mas optou por parir um monstro. Resta saber a extensão do estrago que vai causar. O que sabe é que velhas práticas da época do coronelismo político ainda vigoram no Maranhão. Mudaram-se apenas os atores. Triste realidade!


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