12 de abr. de 2021

PERGUNTAR NÃO OFENDE

Por que para decidir se cultos e missas serão permitidos com presenças de fieis quem vai opinar são as lideranças religiosas e não cientistas e médicos?


Sem medo de ir para briga, presidente Jair Bolsonaro não consegue estabelecer a harmonia entre os três poderes



Todas as vezes - e elas têm sido muito frequentes - que o presidente Jair Bolsonaro reúne chefes dos demais poderes e representantes de outros segmentos sociais para sinalizar com um embarque para uma viagem pacífica rumo ao ponto seguro que venha dar tranquilidade a todos os brasileiros, principalmente aos mais ansiosos pela superação desta crise que se criou com a pandemia de covid-19, a pergunta que sempre se deve fazer é "até quando?".

Isto mesmo, quanto tempo durará este seu comportamento de paz e harmonia, de serenidade ou, como se exige de um chefe de nação, de estadista? Afinal de contas, todas as tentativas ou encenações disto não duraram mais do que duas semanas, pois o homem está sempre de pilhas carregadas ligadas a fios desencampados, prontos para provocar curto circuitos.

A verdade é que o presidente Bolsonaro, por mais que seus seguidores não gostem que se diga isso, mesmo aqueles que admiram o fato dele ser assim, é uma pessoa vocacionada a viver em conflitos, e na semana que passou foram pelo menos duas explosões verbais, e quando todos imaginavam que a segunda-feira seria amena, mais uma no domingo. 

Na sexta-feira (09), o alvo do desabafo do presidente foi o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Roberto Barroso, a quem acusou de não ter moral e ser ativista político, por ter determinado ao Senado abertura de uma CPI contra o Governo Federal por suposta omissão na crise sanitária de Manaus (AM); no sábado (10), foi a vez do governador de São Paulo, João Doria (PSDB), ser chamado de patife pelas restrições econômicas para conter a pandemia de covid-19; no domingo (11), veio ao ar a gravação da conversa com o senador Jorge Kajuru, com teor bombástico.

Esses episódios jogam na vala do esquecimento alguns esforços para superação da crise, como a criação de um comitê nacional para enfrentamento da covid-19, pois certamente a harmonia entre os três poderes a essa hora foi para o espaço. 

Apesar desse destrambelho do presidente, reconheçamos que não é fácil governar um país nas circunstâncias em que ele se assumiu e vem conduzindo seu governo. Primeiro, ninguém acreditava que sequer conseguiria registrar sua candidatura; depois se teria condições de tocar a campanha; depois se venceria, mas, contrariando todas as lições de marqueteiros, pesquisas de opinião pública, cobertura jornalística da campanha dos grandes veículos de comunicação, um atentado a faca etc venceu, e até hoje quem perdeu não se conforma, enquanto outros gostariam que tivesse a postura polida de alguns adversários, deixando de lado o discurso que fez dele um "mito".

A Bolsonaro não vem sendo dado também uma semana de refresco. São mais de 60 pedidos de impeachment, na Câmara, alguns sem nenhum sentido; todas as semanas alguém bate à porta do Supremo, e este sempre acolhe, para protocolar denúncias contra ele; na maioria dos veículos de comunicação não há uma menção de algo positivo do seu governo, apenas o lado ruim; dia sim dia não, um ministro do STF faz declarações bombásticas contra ele ou seu governo em entrevistas e palestras pouco ligando se algum dia irá julgá-la, e por aí vai a crise, com um presidente sem medo de briga e o tempo todo sendo chamado para uma.

O mais preocupante de tudo isto é que ainda faltam 17 meses para o primeiro turno da próxima eleição, e todo esse barulho é por conta desse momento que se avizinha lá longe. Todos seus adversários são unânimes em afirmar que ele não se reelegerá. São tão convictos disso, porém nenhum parece disposto a derrotá-lo nas urnas; preferem tirá-lo pela via judicial, e por conta desta ansiedade, estamos nesta encruzilhada, a espera de paz, sossego, pois tem um inimigo maior querendo destruir todos nós, e não escolhe entre direitista e esquerdista, é quem se atravessar. Trata-se do covid-19, que infelizmente tem parecido ser menos danoso do que aqueles que foram os escolhidos para, em nome do povo, combatê-lo.




7 de abr. de 2021

O Brasil chega a 336,9 mil mortes e muitos políticos não querem morte do covid-19, mas tê-lo como cabo eleitoral

 



O Brasil chegou nesta terça-feira (06) à triste marca de 336.947 mortes por coronavírus com o registro de 4.195 registros de óbitos nas últimas 24 horas. Seria uma boa oportunidade de cientistas, médicos e políticos fazerem uma reflexão e, sem vaidades, tentarem explicar por que chegamos a esse nível, entretanto apontar culpados parece mais importante do que atacar o verdadeiro inimigo, que seria o vírus.

Recorro a dois parágrafos do artigo Infelizmente até hoje se sabe muito pouco sobre a covid-19, do presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), Mauro Luiz de Britto Ribeiro, para se compreender como chegamos a esse ponto:

Existem inúmeras questões que aguardam resposta da ciência em relação à covid-19. Cito algumas: O lockdown previne mais a transmissão do que medidas distanciamento social? Pacientes que tiveram a doença estão imunes? A mutação do vírus é mais grave do que a forma anterior?

Lamentavelmente, no Brasil, há uma politização criminosa em relação à pandemia entre apoiadores e críticos do Presidente da República. Assuntos irrelevantes relacionados à covid-19 dominam o noticiário, com discussões estéreis entre pessoas sem formação acadêmico-científica na área de saúde, dando opiniões como especialistas, porém com cunho político e ideológico.

Isto mesmo, todos os dias, minutos após a divulgação do boletim diário sobre as ocorrências da pandemia, políticos começam a disparar mensagens em suas redes sociais, a maioria deles apenas para atiçar disputas partidárias e políticas, muitos esquecendo do que se passa no seu quintal para comentar o que enxerga no jardim do vizinho. Boa parte desses críticos, por exemplo, nunca menciona que no Maranhão são mais de 40 mortes/dia e o estado já tem mais de 6,3 mil casos de óbitos. Preferem ter Brasília como alvo de seus disparos.

Estimulados por políticos, veículos de comunicação se encarregam de mais tumultuar do que informar, escondendo fatos relevantes e trazendo para pauta temas que apenas constrangem políticos e gestores, bem como deixam de ouvir quem conhece para privilegiar quem apenas palpita.

O brasileiro talvez não esteja muito interessado em saber se deveria ter sido assim ou assado, mas os que as autoridades podem fazer para que essa mortandade reduza. 

Seria demais pedir que governadores, prefeitos e o presidente da República conversassem civilizada e respeitosamente para que a saúde do povo estivesse em primeiro lugar? 

Parece fácil, mas infelizmente isto é quase improvável, pois o que buscam os atores dessa trágica comédia é holofotes para si, pois, afinal de contas, 2022 é bem ali, e é ano de eleição, por isto muitos preferem que fique assim, pois vão se agarrar ao covid-q19 para usar como cabo eleitoral.

O Brasil é uma tragédia!

2 de abr. de 2021

O Brasil rodou, rodou e rodou para novamente ter de escolher entre Jair Bolsonaro e o petismo, ou melhor, lulismo

 

Há poucos dias li uma crônica do jornalista Ricardo Noblat, um dos maiores críticos do governo federal, que, com sua singular maestria, critica diária e impiedosamente o presidente Jair Bolsonaro, uma declaração de voto para a eleição presidencial de 2022: seu candidato será qualquer um, isto mesmo, qualquer um, que se apresente com chances de suceder o mandatário atual. Noblat não quis dizer, mas já avisa que seu candidato é o ex-presidente Lula, pois o Brasil rodou, rodou e rodou e o povo vai novamente decidir se os destinos da Nação ficam com Bolsonaro ou voltam para o PT.

Noblat faz parte de um time de jornalistas, muitos do melhor nível intelectual, que militou para que o Brasil encontrasse uma alternativa de centro na sucessão de Dilma Rousseff. Além dele, fazem parte desse grupo, dentre outros, Vera Magalhães, Marco Antônio Villa, Reinaldo Azevedo..., que sonharam ter um homem com o perfil de Geraldo Alckmin na Presidência da República, mas diante dessa impossibilidade fizeram coro pelo voto em Jair Bolsonaro, crentes de que este não daria conta do recado, e logo se encarregaria de viabilizar um sucessor da nova direita: João Doria, Wilson Witzel etc

Nunca esqueço da abertura do programa Pingo nos Is da Rádio Jovem Pan do dia da condenação do ex-presidente Lula. A então âncora, Joice Hasselmann, não apenas tocou, mas cantou "... é hoje o dia da alegria, e  a tristeza nem pode pensar em chegar..." 

Joice é hoje deputada federal e, de  bolsonarista, agora flerta com a esquerda depois de ver que não dá para fazer a travessia na barca furada do PSDB, ou seja, não é por convicção, mas por contrariedade com Bozo.

Todo esse time está sem opção, pois quem gostaria de ver por cima não sai de baixo, cabendo-lhe então a saída pela esquerda. Não deveria ser assim, se Jornalismo e militância partidária fossem descasados, o que vem se tornando impossível. Para que se tenha ideia, em 1989, quando o então candidato Fernando Collor de Melo chegava a um aeroporto para cumprir agenda de campanha, enfrentava um "corredor polonês de jornalistas cantando "Lula lá".

Por conta dessa militância, o que se pode esperar é uma tentativa cada vez maior para desgastar o governo atual e, a contra gosto, tentar Lula outra vez. Afinal, ele e Bolsonaro, cada um,  tem hoje 1/3 do eleitorado. Que vença aquele que conseguir maior fatia do 1/3 que resta, e que desta a parte derrotada aceite o resultado, e se forem jornalistas os perdedores que passem a ser mais militantes da notícia.

Boa sorte, Brasil!




1 de abr. de 2021

A imprensa brasileira está se deixando pautar por muitos políticos inexpressivos que confundem soluço com arroto

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A imprensa brasileira, de tantas tradições, que já revelou importantes nomes para a intelectualidade nacional, vem nos últimos anos se deixando apequenar por vir sendo pautada por políticos inexpressivos, sem conteúdo, mas que conseguem manobrar por meio de suas assessorias, espaços para vomitar bobagens, pregar caos, num complemento desconhecimento das leis, da Constituição e das tradições da vida pública nacional. Não se trata de apenas ignorância, mas de vocação, para que os fatos se pareçam com o pensamento de quem tem as suas rédeas.

São tantos os exemplos, mas alguns bastam para exemplificar essa afirmação, tão triste de ser constatada.

Há poucos dias, numa sessão do Senado, um assessor do Itamaraty foi acusado de fazer um gesto obsceno, de caráter homofóbico, enquanto o presidente da Casa, Rodrigo Pacheco, discursava. O gesto seria aquele que muitos usam para duvidar da masculinidade de um homem. Mas, afinal, a quem ele estaria se referindo? 

Depois de muito analisarem o gesto, que ele jura ser apenas para ajeitar a lapela do terno, chegou-se à conclusão que a junção dos dedos polegar e indicador não formava um orifício, portanto estava descaracterizada a homofobia, e passou-se então a interpretar aquilo como uma saudação nazista.

Um professor especializados na linguagem dos sinais foi levado a uma emissora de TV e não teve dúvida: três dedos formavam a letra W, de White (branco em Inglês), e a junção das pontas do polegar e do indicador não era um orifício, mas um P, de Premium, caracterizando-se, assim, uma pregação de supremacia branca, como faziam os seguidores de Hitler. 

O problema é que o autor gesto é judeu, portanto não poderia (pelo menos não deveria) fazer pregações nazistas, portanto o caso passou para disse-me-disse e ninguém mais tocou no assunto.

Um senador da República, provavelmente o descobridor do atentado e autor da denúncia aos meios de imprensa, num discurso afetado, gravou mensagem que várias emissoras de TV, sites e blogs repercutiram, além das redes sociais: "Não sei que gesto era aquele, mas que foi ofensivo foi", disse ele. 

Impressionante: a pessoa não sabe que mensagem foi passada pelas mãos do assessor do Itamaraty, porém não tem menor dúvida de que ele ofendeu o Poder Legislativo.

Não estranha se descobrir no Brasil um judeu com inclinação nazista. Afinal de contas, o presidente da República, todos os dias, é chamado de nazista, mas mantém estreitas relações com Israel, e quem o chama de nazista é simpatizante das causas de quem prega o fim do Estado de Israel e o banimento, da face da Terra, do povo judeu. Que coisa!

Pois bem, como este episódio entrou para a lista de muitas outras pautas ridículas, veio, na terça-feira (30), a ameaça de um golpe militar. 

Os mais afamados comentaristas da grande imprensa nacional não tiveram dúvida em identificar um golpe em marcha porque houve troca de ministro da Defesa (os outros cinco não contaram) e o que entrou trocou os comandos das Forças Armadas. Vários políticos foram ouvidos para tratar disso, os mesmo desmiolados que pautam a grande imprensa. Isto tudo se deu às vésperas do aniversário do golpe militar de 1964, que uns preferem chamar de "movimento" e outros, "revolução". O 31 de março, no entanto, amanheceu, entardeceu e anoiteceu, e nada de golpe!

A frustração não impede, porém, que alguns comunicadores, dando a si mais importância do que têm, em vez de repararem seus erros, atribuem à cobertura dos seus veículos a esses acontecimentos e às interpretações que deram como base em depoimentos de "fontes confiáveis" como ações que salvaram a democracia brasileira, pois os golpistas tremeram e recuaram. Minha Nossa Senhora!

Apesar de tudo isso, o novo ministro da Defesa ainda terá de ir ao Congresso Nacional explicar por que trocou os três comandantes do Exército, da Marinha e da Aeronáutica. A resposta é tão simples e tão óbvia que bastaria lembrar que foi pelas mesmas razões que teve o deputado Arthur Lira ao assumir a Presidência da Câmara. No seu primeiro ato, tornou sem efeito uma medida do antecessor e no dia seguinte trocou todos os chefes de setores, ou seja, a mesma coisa que faz o presidente da CBF ao trocar a comissão técnica da Seleção Brasileira ou um presidente de clube de futebol ao mandar o técnico embora: quer gente da sua confiança.

A melhor definição de tudo isto foi dada nesta quinta-feira (1º) pelo general Etchegoyen, do Rio Grande do Sul, numa entrevista à Jovem Pan. Para ele, é incompreensível como, passados 26 anos da redemocratização do Brasil, alguns setores da política nacional e da imprensa, ainda se assustam como um soluço, como se fosse um brado de rebeldia. Disse mais: enquanto nos quarteis há a convicção de que a democracia brasileira está sólida, do lado civil vêm as incitações para que os militares subvertam a ordem. Dá para entender?

Por essas e outras é que nas pesquisas de opinião pública, quando se pede para os entrevistadores darem seu votos de confiança aos meios de comunicação, a imprensa sempre fica com menos de 10%. 

Saudades dos tempos de bom jornalismo!


30 de mar. de 2021

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O discurso não é "vacina, já", mas "vacinem, já", pois doses recebidas pelas prefeituras não são aplicadas

Todos os dias, deputados, senadores, secretários de governo e outros aliados e simpatizantes do Governo do Estado, que, por serem assim, se contrapõem ardorosamente contra o governo federal (o que perfeitamente natural e compreensível), encontram um meio de inserirem em suas postagens nas redes sociais a reivindicação "vacina, já", por sinal muito justa, tamanha a pressa que os brasileiros têm para conseguir sua imunização contra a covid-19.

Como se dizia lá nos anos 1980, bem que esses atores da política poderiam mudar o disco vez por outra e passassem a fazer outra reivindicação, aliás, uma exigência: "vacinem, já", esta tendo como alvo da crítica prefeitos do Maranhão que estão colocando seu povo ao risco da contaminação, por não estarem aplicando ou virem utilizando de forma incorreta as doses de imunizante recebidas.

Pena que os responsáveis por esta prática criminosa, por serem futuros aliados na eleição do próximo ano, poucos (ou quase nenhum) dos corajosos e corajosas que detêm poder terão coragem para pedir uma investigação, seja do Ministério Público ou mesmo da polícia, para que a população saiba o que esses gestores municipais estão fazendo com as vacinas recebidas, já não registram sua aplicação.

Para que se tenha ideia do que vem se passando no Maranhão, das 778.410 doses entregues às prefeituras, 475.998 foram aplicadas, o que corresponde a 61,22%, ou seja, alguém precisa dizer o que ocorreu com um volume de 38,78%. Não foram aplicadas ou estão em corpos de pessoas que não fazem parte dos grupos prioritários e por isto sua imunização não pode ser lançada no sistema? 

Alguma autoridade, principalmente as que mais se insurgem contra o "genocídio" que se pratica no Brasil, precisa cobrar explicações, e se não for muito, punição.

Alcântara, que fica na região metropolitana de São Luís e é governada pelo Padre William, se destaca como um dos piores exemplos do mal gerenciamento da vacinação no Maranhão, pois das 10.867 doses recebidas, até agora aplicou apenas 879, ou seja, 08%. Alguém sabe dizer onde estão as milhares de outras doses que não constam em nenhum registro? Padre William bem que poderia de posição no confessionário!

Vale lembrar que o Maranhão é governado por um político que já ousou recorrer até à ONU para que o Brasil tenha facilitado seu acesso às vacinas produzidas no Mundo. Além disso, o seu secretário de Saúde preside o Conselho Nacional dos Secretários de Saúde (Conass), órgão que mais se contrapõe à política de Saúde do Governo Federal. Só as ações dessas duas autoridades justificariam uma melhor posição do Maranhão no ranking nacional da vacinação, mas se não houver a ajuda de quem é pago para fiscalizar gestão pública, eles, infelizmente, não vão servir de exemplo para o restante do Brasil.

29 de mar. de 2021

Rosenira Alves, mais uma pessoa amiga que se parte, sem nos dar adeus na despedida

Nunca imaginei viver para testemunhar, depois de tantos avanços na Medicina, uma pandemia com as mesmas características de dois séculos atrás, mas há um ano, sem que a Ciência apresente uma resposta confortante, somos maltratados pela coronavírus.

São 12 meses de torturas diárias, com números assustadores, cenas arrepiantes e prognósticos desanimadores. Uma tragédia!

Uma das faces mais cruéis dessa doença é a perda de pessoas queridas e delas não se poder ao menos dar um adeus. 

São registros que merecem crédito porque há documentos que oficializam, mas quase ninguém ver, pois não há velórios, não há missas de sétimo, trigésimo... dia. Até mesmo as urnas funerárias são para serem vistas de longe.

Dentre as pessoas que gostava e tinha proximidade pela atividade que escolhemos, para ficar apenas no campo do Jornalismo, deram duas partidas Roberto Fernandes, Régis Marques, Juarez Souza e agora Rosenira Alves. Sabe aquela sensação de vazio por não ter dado um adeus? É isto que sinto agora, embora não fosse nada agradável a oportunidade desse tipo de despedida.

Rosenira, pelo segmento do jornalismo que escolheu, era uma pessoa de festas, de glamour, de alegria, de culto à vida, mas parte de forma tão triste, como tristes foram também as outras mortes. Adeus, amiga!

O mais difícil de tudo isso é ainda ser obrigado a assistir à vaidade política dos que se acham sem o mínimo de culpa por este teatro de horror, já que tudo se deve ao adversário. É triste, mas a pandemia também tem esta face!


Revista Maranhão Hoje do mês de março destaca reedição das obras literárias do Padre João Mohana

A revista Maranhão Hoje (edição de número 96) tem como principal destaque a volta do médico, psicólogo e sacerdote católico João Mohana às livrarias brasileiras com a reedição de sete de suas obras pela Molokai. São elas:

  • Céu e carne no casamento
  • O Mundo e eu
  • A vida afetiva dos que não se casam
  • Liberte seu filho da insegurança
  • Autoanálise para êxito profissional
  • Ore com os grandes orante
  • Amor e responsabilidade

A iniciativa é do seu sobrinho José Antônio Mohana, que espera pelo relançamento de várias outras. Ao todo, João Mohana publicou 43 obras de religião, psicologia, teatro, sexualidade e romance.

A revista destaca ainda:
  • Roseana Sarney quer ser candidata em 2022, mas aknda não sabe a qual cargo
  • Volta ao ninho – Vice-governador Carlos Brandão reassume o PSDB no Maranhão após quatro anos de afastamento
  • Competência profissional – pesquisadora da Embrapa Guilhermina Cayres recebe premiação do Instituto Multidisciplianar
  • Alcântara precisa se preparar – presidente da Agência Espacial Brasileira, Carlos Moura, fala sobre o Centro Espacial de Alcântara e seu impacto na economia do Maranhão
  • À espera de uma cura – há um ano o Maranhão chora suas vidas perdidas para a covid-19
  • Relação da dengue com covid-19 – pesquisadores da Universidade Ceuma tentam fazer a relação entre mosquito e coronavírus
  • Novo sistema de transporte – Prefeitura de São Luís adota modalidade "Rapidão"
  • Cemitério do Gavião ameaça desalojar defuntos famosos
  • Saída pelo Maranhão – portos maranhenses respondem por 25% da carga transportada pelo modal marítimo
  • Dois aeroportos do Maranhão - Hugo da Cunha Machado, em São Luís, e Renato Cortez Moreira  em Imperatriz - vão a leilão
  • É possível produzir mais- Ambev e Embrapa desenvolvem estudos para melhorar produtividade da mandioca
  • Magníficas do futebol - time fundado em São Luís é patrocinado por cervejaria
  • Ramon retorna ao Sampaio - jogadora de basquete volta ao Maranhão

 Leia a edição online aqui.

 


Sesc adia para os dias 05 e 06 de abril seletivo para contratação de professor de educação infantil

O Serviço Social do Comércio (Sesc), órgão vinculado ao Sistema Federação do Comércio do Maranhão (Fecomércio-MA) alterou a data de inscrição do seletivo para contratação de professor para Educação Infantil, que atuará em turmas de três a cinco anos, devido a antecipação do feriado do dia 28 de julho para a última sexta-feira (26).

Os interessados em concorrer a vaga deverão enviar nos dias 05 e 06 de abril e-mail para selecao@ma.sesc.com.br anexando ficha de inscrição (disponível no site https://www.sescma.com.br/seletivos/seletivo-editais/), cópia de RG e currículo atualizado. Além disso, é necessário doar 1Kg de alimento não perecível, preferencialmente arroz, que será destinado ao Programa Mesa Brasil Sesc.

28 de mar. de 2021

A quem é dado o direito de pregar golpe militar no Brasil? Aos de direita, não; aos de esquerda, sim, é consentido

Título da coluna de Mario Sergio Conti na Folha de São Paulo é explícito: a
favor de um golpe militar para derrubar o presidente Jair Bolsonaro






Salvo melhor interpretação, o jornalista Mario Sergio Conti cometeu, em artigo publicado neste sábado (27), na Folha de São Paulo,  o mesmo crime que teria praticado o deputado federal Sandro Silveira (PSL-RJ) ao defender um golpe militar para tirar do cargo o presidente Jair Bolsonaro. Sandro, que é um direitistas assumido, está preso, no momento em regime domiciliar, mas passou uns dias em cela de quartel, e continua impedido de exercer suas atividades parlamentares, já que todas as sessões na Câmara Federal são remotas e ele não pode ter acesso a telefone, computador, smartTV etc; Conti, por ser de esquerda, certamente ficará impune, merecendo apenas críticas nas redes sociais de quem, por defender o presidente Bolsonaro, pensa diferente dele.

O artigo do jornalista pode ser encontrado com dois títulos. Na versão da internet  aparece com a “Nata militar poderia, sim, derrubar Bolsonaro, mas precisaria ter coragem”. Já na versão impressa, que circulou neste sábado virou “O pocotó das valquírias“, numa alusão, como detalha no texto, ao episódio da Alemanha Nazista em que um grupo de militares tenta destituir Adolf Hitler do poder.


Sobre a Operação Valquíria, que tem como figura central o coronel Claus von Stauffenberg, Conti rememora: 

“O patriciado militar, que festejara ruidosamente a ascensão nazista, veio a se horrorizar com o ímpeto genocida de Hitler. Como não havia espaço político para mobilizar a opinião pública e barrá-lo, um grupo de oficiais organizou um atentado e um golpe de Estado, a Operação Valquíria”, e encoraja os militares brasileiros a fazerem o mesmo com o “o assassino em massa do Planalto”. 

Ainda de acordo com o delírio de Conti, o golpe para destituir e exilar ou prender Bolsonaro, ocorreria quando os militares recebessem a ordem para fechar o Congresso Nacional:  

A nata militar poderia, sim, derrubá-lo (Jair Bolsonaro). Mas ela teria de ter aquilo que sobrava entre os da estirpe de Stauffenberg —coragem, noção de pátria, civismo, a crença que a derrota é o de menos. Numa palavra, heroísmo. Ao receber a ordem de fechar o Congresso, o herói responderia ao vilão:

‘Não. O senhor e sua família têm uma hora para ir ao aeroporto, onde um avião da FAB os levará a Israel. Se se recusar, será preso, processado e julgado por genocídio’
.”

Apesar desta ressalva sob em que circunstâncias em que ocorreria o golpe, no texto inteiro Mario Sergio Conti defende um golpe militar contra Bolsonaro.

Por se tratar de um jornalista de esquerda, muito amigo do ex-ministro José Dirceu, Conti, que além de colunista da Folha de São Paulo, apresenta um programa na Globo News, certamente, receberá aplausos dos mesmos que aplaudiram o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes por prender o deputado Sandro de Silveira, que insinuou a volta do regime militar ao defender a aplicação do que continha no Ato Institucional Número 05, o famoso AI 5. Além disso, qualquer iniciativa para processá-lo será vista como "ameaça à liberdade de expressão".

Resta saber, no entanto, se a prisão do deputado fluminense foi uma resposta ao seu atentado à Constituição Federal e à democracia ou uma punição para servir de exemplo aos demais a fim de que todos os brasileiros compreendam que, diante da Carta Magna, todos são iguais, só que alguns "mais iguais que outros", como diz o rock da banda Engenheiros do Havaii.

Quem defende democracia, no entanto, ainda que, dependendo do lado que está neste momento, não possa se manifestar publicamente sob pena de um castigo da Suprema Corte, deve pelo menos se indignar.

27 de mar. de 2021

MANTENHA-SE BEM INFORMADO

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Ficar em casa não é tão fácil, portanto agradeça a quem não pode, pois você pode estar lhe devendo a sua vida


Em muitos lares do Maranhão, por mais que pudessem, famílias não têm como ficar em casa















Há um entendimento geral, quase unânime, nas comunidades médica e científica, de que o isolamento social é a maior e melhor arma contra o covid-19, pois seria a maneira de evitar sua proliferação, já que haveria menos contatos de pessoas. Com base nesse princípio, o discurso do "fique em casa" ganha mais força, principalmente entre políticos e palpiteiros das redes sociais que hoje se encontram numa situação confortável e podem adotar esse modo de vida, e por serem assim, acham que a regra pode ser adotada horizontalmente.

Quem mora numa cidade como São Luís pode fazer um exercício mental para saber até onde o "fique casa" pode ser seguido à risca para diminuir o número de pessoas circulando para não haver aglomerações, observando uma foto aérea da zona compreendida entre os bairros do Renascença, Calhau, Ponta d´Areia e São Francisco (quem vive em outras cidades pode ter por base a parte mais vertical de onde mora), pois a quantidade de prédios - residenciais e comerciais - pode ser um indicador de quantas pessoas precisam sair de casa todos os dias.

Imagine, leitor, quantas pessoas trabalham diariamente, dia e noite, nessas edificações. E não se fala aqui somente de advogados, contadores, médicos, dentistas, psicólogos e outros profissionais que ocupam salas nos prédios comerciais, mas de porteiros, piscineiros, jardineiros, zeladores e outros que trabalham nos condomínios residenciais, pois são estes que se submetem a riscos de contaminação, em ônibus, vans ou mesmo a pé, para ir e vir do trabalho, a fim de garantir conforto e segurança de quem pode ficar em casa porque, além do salário garantido na conta todo final de mês, pode fazer quase tudo pelo computador ou um smartphone.

Nestas edificações, muita gente que não pode ficar em
casa, trabalha para garantir segurança dos habitantes
 

Além destes trabalhadores, para ficar em casa, quem pode não prescinde de outros que desempenham suas atividades: motoristas e cobradores de ônibus, caixas de supermercados, padeiros, frentistas de postos de combustíveis, açougueiros, feirantes, caminhoneiros, entregadores de refeições e tantos outros que saem de casa, expõem-se a riscos e depois voltam para o convívio familiar sem a certeza de que retornou sadio ou não.

É importante verificar também a pressão que se exerce contra quem, para ficar em casa, tem de dividir com todos os membros da família, o único cômodo existente na casa. Imagine passar meio dia nesta condição!

O argumento não é para se contrapor ao que diz a Ciência e a Medicina, mas pedir um pouco mais de tolerância dos que se acham no direito de censurar e ser tão rude em seus xingamentos contra quem, sabe-se lá por quais dessas razões, não consegue ficar em casa. Resumindo: não é porque alguém pode, que todos podem. 

Fica compreendido, portanto que o discurso do "fique em casa" não pode ser tão radical, deve ser o de "se puder e quando puder fique em casa", seguido de um agradecimento: "muito obrigado a você que está arriscando sua vida para que eu possa ficar em casa, pois devo estar lhe devendo minha vida"


22 de mar. de 2021

PERGUNTAR NÃO OFENDE

Como a grande mídia não fala, as ONGs não protestam e ninguém recorre a organismos internacionais para intervenção no Brasil, cabe indagar: não pega mais fogo em nem um galho de mato no Pantanal? E na Amazônia? 


Embrapa e Banco do Nordeste realizam palestra on-line com foco na bovinocultura de leite no Maranhão

GIRO ECONÔMICO

A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e o Banco do Nordeste realizam, nesta terça-feira (23), a palestra on-line “Programa Balde Cheio: Ações e atividades desenvolvidas no Maranhão e no Nordeste”. A iniciativa tem o objetivo de levar informações e estimular o desenvolvimento da cadeia produtiva da bovinocultura de leite no Estado. O evento será transmitido pelo canal da Embrapa no YouTube, a partir das 15h.


A palestra será ministrada pelo engenheiro agrônomo Artur Chinelato, que é pesquisador da Embrapa Pecuária Sudeste e criador e coordenador do Programa Balde Cheio. Reconhecido por sua execução em todo o território nacional, e atualmente em outros países da América do Sul, o Balde Cheio visa a transferência de tecnologias para produtores rurais com foco no aumento da produtividade leiteira, a partir de capacitações, palestras e articulações institucionais para promoção da atividade produtiva.

Os participantes da palestra também contarão com orientações sobre oportunidades de acesso ao crédito e à assistência técnica integrada, oferecidos pelo Programa de Desenvolvimento Territorial do Banco do Nordeste, o Prodeter.

Lei do gás - A Federação das Indústrias do Maranhão (Fiema) comemora a aprovação da Nova Lei do Gás Natural. Com a abertura do mercado de gás natural, estima-se que 4 milhões de novos empregos serão criados, haverá aumento da capacidade de produção e expansão da infraestrutura, sem necessidade de repassar custos à população. Além disso, há uma mobilização de investimentos anuais na ordem de R$ 60 bilhões/ano no setor de gás, redução em até 50% no preço para indústrias, e de até 30% no botijão de gás de cozinha.

Reconhecimento ao Senai - O diretor regional do Senai-MA, Raimundo Campelo, recebeu ofício do diretor geral do Senai Nacional, Rafael Lucchesi, parabenizando o órgão pelo desempenho do Centro de Educação Profissional e Tecnológica (CEPT) de Açailândia, que alcançou o segundo lugar na categoria veteranos, no desafio Valorize EAD, com a participação da Equipe Alta Pressão. A unidade registrou aumento de 100% no número de matrículas pagas no período de seis meses do desafio que contou com 46 equipes de 15 estados.

Da esquerda para a direita: o engenheiro Luís Felipe
Borges, a diretora de Educação Profissional Daniela
Nogueira; o diretor regional, Ahirton Lopes;
o diretor de Planejamento, Finanças e Orçamento,
José AlexandreJúnior; a ouvidora Maria Leuda
Lima; a controladora interna Elaine Bluhm; e a
assessora de comunicação do Senac, Andréa Barrosdo,
todos do Comitê do Programa Ecos
Leitos de UTI - O Hospital Universitário Presidente Dutra foi um dos mais contemplados com novos leitos de UTI para tratamento de infectados por covi-19. O Ministério da Saúde autorizou mais dez, aumentando pata vinte, ou seja, um aumento de 100%.

Circuito BB Agro - O Banco do Brasil deu início nesta segunda-feira (22) ao Circuito Virtual Agro de 2021, com o objetivo de levar aos clientes as condições especiais disponibilizadas nos circuitos tradicionais de feiras agropecuárias, que estão suspensos desde o ano passado em decorrência da pandemia do novo coronavírus. O movimento é dividido em cinco etapas e seguirá com programação especializada até o fim do ano. A proposta reforça a estratégia de adaptação e inovação que o BB adotou deste o início da crise.

Imortalidades - O presidente da Academia Maranhense de Letras (AML), empresário Carlos Gaspar, anuncia para abril a abertura dos processos eleitorais para escolha de três novos membros, que vão suceder Waldemiro Viana, Milson Coutinho e Sálvio Dino, falecidos ano passado. Pela estimativa de Gaspar, até o final de julho todas as cadeiras estarão preenchidas e serão marcadas as posses, preferencialmente para um momento em que haverá o mínimo de segurança para um evento presencial.

CPI dos Combustíveis tem nova reunião deliberativa nesta segunda-feira na Assembleia Legislativa

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Combustível, presidida pelo deputado Duarte (Republicanos), terá novas deliberações nesta segunda-feira (22), às 16h, na Sala de Comissões da Assembleia Legislativa do Maranhão. Será a segunda reunião desde que começou há uma semana, no último dia 15.

O colegiado tem como vice-presidente a deputada Ana do Gás e como relator o deputado Roberto Costa. Os membros titulares são Ciro Neto, Rafael Leitoa, Ricardo Rios e Zito Rolim.

Na abertura dos trabalhos, foram apresentados oito requerimentos com aprovação imediata de sete deles, solicitando várias informações referentes à comercialização nos últimos cinco anos da gasolina, diesel, etanol e gás liquefeito de petróleo, com base no artigo 35, II, do Regimento Interno da Alema.

O QUE ELES DISSERAM

Somos o 5º pais que mais vacina no mundo com 13 milhões de doses aplicadas. Para o corrente ano, já foram contratadas mais de 400 milhões de doses de vacinas para ser distribuído de forma voluntária para a população.

(Do presidente Jair Bolsonaro, tentando mostrar que a situação no país não é tão crítica quanto afirmam os adversários)

21 de mar. de 2021

Militantes de esquerda ameaçam perseguir nas redes sociais donos de restaurantes que suspenderem delivery

Uma tropa de choque na internet, formada por simpatizantes de siglas partidárias de "esquerda", resolveu atiçar mais ainda a crise entre o Governo do Estado e proprietários de estabelecimentos de gastronomia, em vez de, em nome da erradicação da pandemia, tentar apaziguar os ânimos. Tudo porque alguns proprietários de restaurantes, bares e lanchonetes, inconformados com o fechamento de seus estabelecimentos por mais uma semana, ameaçam paralisar também os serviços de delivery e de retirada de refeição pelos clientes.
Como tudo no enfrentamento desta pandemia tem que ter debate político, pessoas metidas a formadoras de opinião nas redes sociais começaram uma campanha sórdida para "carimbar" como bolsonaristas os estabelecimentos que aderirem a esse protesto. E mais: ameaçam recomendar ninguém a frequentá-los patrulharem quem ainda continuar sendo consumidor nesses estabelecimentos. 

Se tivessem prestígio para tanto, seria um estrago, mas pior é se, em vez de falirem, aumentarem a clientela dos estabelecimentos com esse tipo de rótulo.

Para Flávio Dino, vai ser fácil para Ciro Gomes provar, na Justiça, do que chamou Jair Bolsonaro: "ladrão"

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), está convencido de que o ex-governador do Ceará Ciro Gomes terá facilidades de provar o que disse na entrevista à Rádio Tupinambá, de Sobral (CE), na qual chama o presidente Jair Bolsonaro de ladrão e usa a expressão "putaria" ao se referir à sua família, inclusive a primeira-dama, Michele Bolsonaro. quando critica o ex-ministro Sergio Moro.

O que disse Flávio Dino:

"Há uma vantagem em eventual ação penal contra Ciro Gomes por críticas a Bolsonaro. Ciro terá uma extraordinária oportunidade de provar o que diz. Não é difícil".

A entrevista de Ciro Gomes, que gerou a ação judicial, e na qual ele desafia o presidente a processá-lo, pode ser conferida na íntegra aqui.


O QUE ELES DISSERAM

Particularmente não ligo para esse ato contra mim, mas considero grave a tentativa de Bolsonaro de intimidar opositores e adversários. Entendo que é um ato de desespero de quem vê sua imagem se deteriorar todos os dias pela gestão criminosa do Brasil na pandemia.


(Do ex-governador do Ceará Ciro Gomes, que na entrevista em que chama Bolsonaro de ladrão desafia o presidente a processá-lo e garante que ele não terá coragem de fazer isso por "eu tenho as provas")

20 de mar. de 2021

PERGUNTAR NÃO OFENDE

Se o Brasil estivesse sob um regime nazista e o presidente da República fosse um genocida, o que aconteceria à jornalista Mariliz Pereira Jorge por esta descarga de ódio?


Completa neste sábado um ano do primeiro caso confirmado de infecção por covid-19 no Maranhão

Neste sábado (20) completa um ano do registro do primeiro caso de infecção por covid-19 no Maranhão. Num breve comunicado, sem identificação da vítima, a Secretaria Estadual da Saúde informou que um homem idoso recém chegado de uma viagem a São Paulo, sem sintomas graves foi colocado em isolamento domiciliar.  Leia em Maranhão Hoje como tudo começou e evoluiu:

Liberdade de expressão: jornalista publica artigo com mais de 200 adjetivos para atacar Jair Bolsonaro

A jornalista Mariliz Pereira Jorge publicou na Folha de São Paulo, nesta quinta-feira (18), mais um dos seus artigos com ataques ao presidente da República. Desta vez, Mariliz não se deu ao trabalho de construir pelo menos uma frase, juntou cerca de 200 adjetivos que servem para negativar alguém e os colocou sob o título Bolsonaro.

Defensores do presidente indagam sobre o que aconteceria à jornalista se tivesse se dirigido assim a um membro do Supremo Tribunal Federal (STF); adversários dizem, porém, que ela apenas usou o seu direito constitucional de liberdade de expressão. 

Leia e tire suas conclusões:




Flávio Dino e Márcio Jerry posam 50% protegidos contra covid-19: de máscaras, mas com um aperto de mãos

As principais recomendações de cientistas, médicos e principalmente políticos que criticam o negacionismo, para que as pessoas se protejam contra covid-19 são distanciamento, uso de máscara e álcool em gel, lavar as mãos e evitar contato físico (abraços, beijos e apertos de mão etc). Os críticos dos negacionistas têm ainda uma recomendação a mais: dê exemplo, ou seja, faça das suas aparições mensagens positivas e pedagógicas e assim vencer os "amigos do vírus".

Pois bem, nesta sexta-feira (19), dois dos maiores críticos dos que não seguem estas recomendações e que sempre procuram mostrar estarem engajados na política contra o vírus - o governador Flávio Dino e o deputado federal Márcio Jerry (secretário das Cidades e Desenvolvimento Urbano), ambos do PCdoB - aparecem em uma foto postada nas redes sociais, na qual caberia com perfeição a legenda "faça o que digo e não faça o que faço".

Ambos, é verdade, estão de máscaras, mas muito próximo um do outro e com um fraternal aperto de mãos, ou seja, um comportamento inaceitável para quem está preocupado com a sua saúde e a do seu povo. E fica ainda a pergunta: estava protegidos antes da foto?

Na postagem, Márcio Jerry escreveu:

Em reunião hoje com o amigo governador Flávio Dino passamos em revista as ações da Scidma em curso e as outras tantas que implementaremos. Também na pauta a apreciação da conjuntura política, buscando sempre a unidade em defesa do Maranhão e a frente ampla pra salvar o Brasil. Avante !

Avante, Maranhão!

O QUE ELES DISSERAM

Presidente da República não sabe o que fazer com a economia, que cabe a ele gerir, conforme a Constituição. Para esconder a incompetência, fica perpetrando insanidades, como falar em estado de sítio. Deveria tratar de trabalhar, dar expediente, ter uma agenda séria.

(Do governador Flávio Dino fazendo seu exercício intelectual diário)


19 de mar. de 2021

Bolsonaro diz que mandou mais de 25 milhões de vacinas aos governadores, porém nem 13 milhões foram aplicadas

 No seu enfrentamento ideológico com os governadores e prefeitos, dos quais discorda por causa das medidas adotadas para conter a pandemia de covid-19, o presidente Jair Bolsonaro publicou nesta sexta-feira (19) um balanço das ações sobre vacinação. Pelo que mostrou o presidente, do total de vacinas mandadas para os governos estaduais, pouco mais da metade foram aplicadas, ou seja, enquanto os gestores estaduais e municipais cobram mais imunizantes, não conseguem aplicar nem o que já receberam.

Leia mais
Com base em números do Ministério da Saúde, Bolsonaro informa que o governo federal já enviou mais de 25 milhões de doses de vacinas, entretanto foram aplicadas "quase" 13 milhões.

Confira a postagem:




Roberto Rocha presta homenagem a Major Olímpio com foto em que eles brindam com a Cola Guaraná Jesus

O senador Roberto Rocha (sem partido) postou uma foto nas suas redes sociais em homenagem ao senador Major Olímpio (PSL-SP), que faleceu nesta quinta-feira (18). Os dois estão num restaurante e brindam com Cola Jesus, tradicional refrigerante do Maranhão. Na mensagem, Rocha diz que o parlamento brasileiro sentirá muito a falta do  senador.

Senador Major Olímpio nos deixa como um exemplo de político de convicções e palavra forte. O Parlamento brasileiro sentirá muito a sua falta, assim como milhares de brasileiros que se sentiam representados pelo seu mandato. Meus sentimentos à sua família com a certeza de que o Pai o receberá em seus braços.


PERGUNTAR NÃO OFENDE

Se a economia parar, como o governo vai arrecadar impostos para sustentar a política de combate à pandemia de covid-19?


Governo prorroga tempo de fechamento de restaurantes, bares e lanchonetes, mas silencia sobre valor do auxílio

O governador Flávio Dino, certamente, vai tirar ou pedir para seu secretário de Indústria e Comércio, Simplício Araújo, esclarecer essa dúvida dos proprietários de restaurantes, lanchonetes e bares, que estão proibidos de funcionar: o auxílio de R$ 1 mil, que seria pelos oito dias parados, será mantido no mesmo valor para os 16 dias sem atividade? 

Nesta sexta-feira (19), ele disse que as medidas restritivas ao funcionamento do comércio estão mantidas por mais oito dias.

No mesmo dia em que o governador prorroga o anúncio da extensão do horário restrito, o Governo do Estado anuncia o encerramento do cadastramento das empresas de gastronomia que têm direito ao benefício,


Serviço Social do Comércio oferece palestras gratuitas, pela internet, sobre educação financeira no mês de abril

O Serviço Social do Comércio (Sesc), órgão vinculado ao Sistema Federação do Comércio (Fecomércio), oferece gratuitamente, no mês de abril, as palestras "Organização financeira e empreendedorismo” e "Desafios enfrentados por pequenos empreendedores em busca de inovações". 

Os interessados podem inscrever-se no período de 22 a 31 de março através dos links https://abre.ai/palestraempreendedorismo e https://abre.ai/inovacoesonline. As palestras acontecem nos dias 15 e 27 de abril, das 18h30 às 19h30, respectivamente.

LEIA EM MARANHÃO HOJE

Eis cinco destaques em Maranhão Hoje:


O QUE ELES DISSERAM

Ao invés de trabalhar com a sociedade para mitigar a pandemia, o PR anuncia que vai ao Congresso e STF para "restabelecer a ordem no Brasil". Ora, o povo está em ordem, se existe desordem, ela está na falta de um comando, de uma política de saúde séria e comprometida.

(Da senadora Eliziane Gama, reconhecendo não há comandar a condução da crise da pandemia enquanto o Supremo mantiver as decisões com governadores e prefeitos)

18 de mar. de 2021

PERGUNTAR NÃO OFENDE

Com quem o senador Weverton Rocha se articulou no Republicanos para filiação de Gil Cutrim? Será que foi com o também senador Flavio Bolsonaro, filho do presidente negacionista?


Sesc do Maranhão abre seletivo para contratação de professor de educação infantil com salário de R$ 4,6 mil

O Serviço Social do Comércio (Sesc), órgão vinculado ao Sistema Federação do Comércio (Fecomércio), lança seletivo para contratação de professor para Educação Infantil que atuará com turmas de 03 a 05 anos. Os interessados em concorrer a vaga deverão enviar currículo nos dias 25 e 26 de março e-mail para selecao@ma.sesc.com.br anexando documentação exigida no edital.

Para concorrer é necessário ter formação completa em Pedagogia e experiência mínima de 06 (seis) meses em sala de aula com Educação Infantil. Com carga horária de 40 horas semanais e remuneração de R$ 4.606,00, o futuro funcionário receberá benefícios como vale transporte, refeição subsidiada, auxílio alimentação, assistência médica e seguro de vida coletivo. Mais informações no edital disponível em www.sescma.com.br.

Cbic comemora aumento na oferta de empregos na construção, o que não se refletiu no Maranhão

GIRO ECONÔMICO

O setor da Construção Civil gerou 43.498 novos postos de trabalho com carteira assinada em janeiro, conforme os dados do Novo Caged, divulgados nesta terça-feira (16) pela Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia. 

“Mesmo considerando todas as dificuldades impostas ao seu processo produtivo, como o aumento exagerado no preço dos insumos e o desabastecimento, a construção surpreendeu e registrou, em seu mercado de trabalho, o segundo melhor resultado para um mês de janeiro nos últimos 30 anos”, afirma a economista do Banco de Dados da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Ieda Vasconcelos. Esse foi o segundo melhor resultado para janeiro desde o início da série histórica do Caged, em 1992.

No Maranhão, o desempenho do setor, no entanto, foi negativo, pois foram 2.150 contratações e 3.141 demissões, gerando um saldo negativo 991.

Prestação de contas - O Tribunal de Contas do Estado (TCE) prorrogou o prazo para apresentação das prestações de contas relativas ao exercício de 2020 pelos gestores públicos estaduais e municipais, que têm agora como data final para cumprimento da exigência o dia 03 de maio de 2021. O presidente da Corte de Contas, Nonato Lago, também prorrogou até 30 de março, o regime de trabalho 100% à distância, medida que leva em consideração a evolução do quadro da pandemia no Estado e segue às ações adotadas pelo governo.

Enfermeiros do covid - O Hospital São Luís, do Grupo Mercúrio, que presta atendimento exclusivo aos servidores estaduais contribuintes do FUNBEN, está com vagas abertas para contratar profissionais de Enfermagem destinados ao tratamento de pacientes de UTI Covid19. Os currículos, em caráter de urgência, devem ser enviados até esta quinta–feira (18) para o email: trabalheconosco@hospitalsaoluiz.net, colocando como assunto da mensagem “expansão e a área - enfermeiro ou técnico de enfermagem”.

Presidente da Federação das Indústrias (Fiema) e diretor
regional do Sesi, Edilson Baldez, com o diretor
superintendente regional do Sesi, Diogo Lima (D),
entregando troféu a participantes
dos jogos de vôlei de areia do Sesi
Defesa da Vale - A Vale divulgou nesta terça-feira (16) resposta à “Carta Aberta aos Acionistas da Vale”, um documento produzido por fundos de investimentos e outros detentores de ações que se autodenominaram “acionistas da Vale há anos”. A empresa negou problemas de governança.

Emprego da indústria - De 23 a 25 de março,representantes do setor industrial estarão reunidos na Feira de Talentos Contrate-me, evento on-line e gratuito voltado para atrair profissionais interessados nas oportunidades de emprego. Promovida pelo departamento nacional do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), a feira tem apoio de 15 departamentos regionais do órgão, incluindo o do Maranhão. O evento pode ser acompanhado no endereço https://www.mundosenai.com.br/contrate-me.

Ferrovia Norte-Sul - O deputado Hildo Rocha (MDB), em pronunciamento na Câmara Federal, destacou a conclusão de mais um trecho da Ferrovia Norte-Sul. Trata-se de mais 172 quilômetros ligando a cidade de São Simão, em Goiás, à Estrela d'Oeste, em São Paulo. O parlamentar lembrou que o empreendimento foi iniciado no governo de José Sarney, e na época recebeu muitas críticas. “Tenho certeza de que o ex-presidente Sarney, e o Ministro dos Transportes à época, José Reinaldo Tavares, estavam corretos”.

 


O QUE ELES DISSERAM

Tenho para mim que a conta chegou, a conta da aglomeração das campanhas de 2020. Não poderia ter tido eleições em 2020.

(Do senador Roberto Rocha, percebendo tardiamente o que até a Ciência e a Medicina alertavam)

Leia mais

Após o estrago, políticos e membros do Judiciário reconhecem que eleição de 2020 foi um erro


17 de mar. de 2021

PENSANDO BEM...

Deixa de ser negacionista e faça como governadores, prefeitos, secretários, deputados, promotores de Justiça, defensores públicos, juízes, ministros da Suprema Corte... e fique no conforto de sua casa, lave as mãos antes de levá-las ao rosto, use sempre máscara e álcool em gel.  Não se preocupe. Estamos juntos!

PERGUNTAR NAO OFENDE

Alguma autoridade da Saúde sabe dizer qual procedimento deve seguir quem está infectado por covid-19 para evitar que a doença evolua e seja obrigado a procurar um hospital e não encontrar leito? Resumindo, toma-se ou não remédio antes de intubar? Se sim, qual?


Restaurantes e lanchonetes da Avenida dos Portugueses estão na BR 135, entretanto proibidos de funcionar

Proprietários de restaurantes e lanchonetes estabelecidos na Avenida dos Portugueses (que é uma rodovia federal) não se conformam com mais um equívoco do Governo do Estado no enfrentamento da covid-19, pois, mesmo estando às margens da BR 135, foram excluídos da portaria que autorizou o funcionamento desses estabelecimentos na rodovia, dentro da Ilha. 

O problema é que foram considerados como sendo da BR 135 apenas os trechos entre a Rotatória do Aeroporto, no bairro do São Cristóvão, à ponte da Estiva, no limite da Ilha com o continente, e da Vila Maranhão ao Porto do Itaqui, ficando excluído o trecho da Barragem do Bacanga ao Porto do Itaqui, por onde todos os dias passam caminhões que transportam alimentos, gás de cozinha e outros produtos, mas os caminhoneiros não têm o mesmo tratamento para fazer duas refeições. 

Pior é o dono de um pequeno estabelecimento, nas proximidades do Itaqui, esticar o pescoço e assistir ao movimento de um concorrente a alguns metros de distância vendendo livremente e ele proibido de trabalhar, e faturar, ficando ameaçado de falir, simplesmente porque escolheu um endereço diferente, sem falar nos que a alguns metros do aeroporto já funcionar. Não é fácil!


LEIA EM MARANHÃO HOJE

Eis alguns destaques do site Maranhão Hoje


Datafolha mostra que maioria dos brasileiros acha Bolsonaro maior culpado pela pandemia, mas não único

Pesquisa Datafolha publicada nesta quarta-feira pelo jornal Folha de São Paulo mostra que o presidente Jair Bolsonaro seria o maior culpado pela crise da pandemia de covid-19, conforme opinião da maioria dos entrevistados, porém não seria o único.

Para a pergunta quem seria o principal culpado pela crise atual da pandemia de covid-19, foram obtidas as seguintes respostas:
  • Presidente - 43%
  • Governadores - 17%
  • Prefeitos - 09%
  • População - 07%
  • Todos - 05%
  • Nenhum - 11%
  • Não sabe - 06%

Flávio Dino coloca Corpo de Bombeiros à disposição da Caixa Econômica para manter distanciamento de clientes

As agência bancárias continuam sendo os locais que mais facilitam a propagação do covid-19, pois são locais de grandes concentrações de pessoas, principalmente daqueles que recorrem aos serviços assistenciais do governo federal. Neste período em que restaurantes, bares e lanchonetes estão fechados e o comércio funcionando em horário diferenciado, os bancos estão lotados.

Preocupado com isto, o governador Flávio Dino decidiu colocar o Corpo de Bombeiros novamente à disposição do sistema financeiro, principalmente a Caixa Econômica Federal para manter o distanciamento. Foi o que ele disse em suas redes sociais:

"Mais uma vez, estou requisitando, e colocando à disposição da Caixa Econômica Federal, 68 bombeiros civis para auxiliarem em medidas preventivas quanto ao coronavírus. Decisão deriva do grande número de pessoas que procuram a Caixa em razão de programas sociais".

16 de mar. de 2021

Hospital São Luís contrata profissionais de Enfermeiros para trabalharem com pacientes da covid-19

O Hospital São Luís  do Grupo Mercúrio, que presta atendimento exclusivo aos servidores estaduais contribuintes do FUNBEN, está com vagas abertas para contratações imediatas de profissionais de Enfermagem destinados ao tratamento de pacientes de UTI Covid19.

Os interessados devem comprovar ter curso de nível superior ou de técnicos de Enfermagem (com curso técnico na área), preferencialmente com experiência de trabalho em UTI / Unidade de Terapia Intensiva.

Os currículos, em caráter de urgência, devem ser enviados até essa quinta – feira (18) para o email: trabalheconosco@hospitalsaoluiz.net, colocando como assunto da mensagem “expansão e a área - enfermeiro ou técnico de enfermagem”.

Livre de vírus. www.avg.com.