11 de mai. de 2021

Volta às aulas: hora de provar que realmente temos escolas dignas para segurança de alunos e professores

 

A possibilidade de um retorno às aulas presenciais nas escolas públicas a partir do próximo mês é motivo de preocupação, e com razão, de pais de alunos, e a torcida que fica é que a mesma preocupação esteja mexendo com o sentimento das autoridades, principalmente as de Educação e de Saúde. Aos órgãos de fiscalização, bem como aos sindicatos que representam as categorias profissionais do setor educacional, caberia investigar se os estabelecimentos de ensino estão adequados para receber o seu público de volta.


Sem querer fazer qualquer menção ao nome do programa que mais orgulha o Governo do Estado, o momento é de saber se realmente os maranhenses têm escolas dignas, sejam federais, estaduais ou municipais. E o que isto quer dizer?

Se as escolas em que vão crianças e adolescentes, sem esquecer os adultos, são realmente equipadas com o que se considera essencial para se garantir segurança sanitária a alunos, professores e funcionários: água, banheiros higienizados, sabonetes, álcool em gel e tudo o mais que serve para proteger as pessoas do risco de transmissão do vírus.


De há muito se desconfia que o principal motivo para se deixar estudantes quase dois anos sem aulas é menos medo de contaminação e mais falta de condições de oferecer condições adequadas de funcionamento das escolas, e, reconheça-se, não vai ser fácil, nem barato.

Governo do Estado e prefeituras estão em condições de oferecer essas garantias?

A maior reocupação é com as crianças, pois estas precisam de um melhor acompamhamento para que não fujam às regras. Professores e funcionários estão preparados para esta missão, tal como se exige da escola particular? 

São perguntas que não podem deixar de ser feitas, e que as nossas escolas estejam realmente dignas para receber quem precisar retomar o aprendo sem ser exposto ao perigo da coronavírus.



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